sexta-feira, 11 de junho de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Terremotos sinais do fim?

Alguns cientistas afirmam que o aumento na quantidade de terremotos não pode ser relacionado com o sinal do fim do mundo, porque o aumento é aparente, pois diz respeito apenas à percepção dos eventos por acontecerem em áreas atualmente mais povoadas que no passado. Mas se analisarmos somente os grandes terremotos dos últimos dez anos em áreas povoadas vamos perceber claramente o aumento.
Mortes estimadas
em terremotos
2010 - 223.542*
2009 - 1.787
2008 - 88.011
2007 - 712
2006 - 6.605
2005 - 82.364
2004 - 228.802
2003 - 33.819
2002 - 1.685
2001 - 21.357
2000 - 231
• Fonte: US Geological Survey National Earthquake Information Center
* Até 1º de março de 2010
Nova pesquisa compilada pelo cientista australiano Dr. Tom Chalko mostra que a atividade sísmica global é, atualmente, cinco vezes mais poderosa do que era há 20 anos atrás.
O estudo comprova que a capacidade destrutiva de terremotos na Terra aumenta de forma assustadoramente rápida e que essa tendência deverá continuar, a menos que o problema do “aquecimento global” seja tratado com urgência.
A análise de mais de 386.000 terremotos, ocorridos entre 1973 e 2007, registrados no banco de dados do US Geological Survey, provou que a energia anual global de terremotos começou a aumentar muito rapidamente desde 1990.
Dr. Chalko disse que a atividade sísmica mundial está aumentando mais rápido que qualquer outro indicador do aquecimento global na Terra e que este aumento é extremamente alarmante.
“O maior perigo ambiental que enfrentamos na Terra pode não ser a mudança climática, mas o aumento rápido e sistemático da atividade tectônica, vulcânica e sísmica”, disse o Dr. Chalko.
“O aumento anual da energia dos sismos é o sintoma mais forte até o momento do aquecimento planetário”.
“Medições feitas pela NASA a partir do espaço confirmam que a Terra absorve pelo menos 0,85 MegaWatts/Km² mais energia do Sol do que é capaz de irradiar de volta para o espaço. Este desequilíbrio térmico significa que o calor gerado no interior do planeta não pode escapar e que pode ocorrer um superaquecimento do mesmo. O aumento das atividades sísmicas, tectônicas e vulcânicas é uma consequência inevitável do desequilíbrio térmico observado no planeta,” disse Dr. Chalko.
Dr. Chalko tem conclamado outros cientistas no objetivo de aumentar a consciência internacional sobre o rápido aumento na atividade sísmica, salientando que este aumento não é teórico, e sim um Fato Observável.
“A menos que o problema do aquecimento global (o desequilíbrio térmico persistente da Terra) seja tratado com urgência e de forma abrangente – o rápido aumento na atividade sísmica, tectônica e vulcânica mundial continuará ocorrendo. As conseqüências da omissão só poderão ser catastróficas. Não há tempo para meias medidas “.
Texto Original: http://www.cbsnews.com/stories/2008/06/18/tech/main4191556.shtml
Quando Jesus disse que haveria grandes terremotos Ele estava se referindo especificamente às áreas perceptivas ao sinal. "E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu." (Lucas 21 : 11) A destruição do mundo não se dará por eventos naturais. A Bíblia nos diz que quando Jesus voltar este mundo será destruído e depois do Milênio será recriado para eternidade. Os eventos naturais foram usados para demonstrar a proximidade da vinda de Jesus. Não podemos duvidar, Jesus está voltando! Você está preparado?
quinta-feira, 4 de março de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A Igreja adventista apoia o homossexualismo?
Como a Igreja considera o movimento gay intitulado “Seventh-day Adventist Kinship” supostamente apoiado pela Igreja com ajuda financeira, e por ter link nas páginas oficiais da Igreja? E também a entidade “God´s Rainbow” da mesma natureza?
RESPOSTA:
A Igreja Adventista não apóia de forma alguma nenhum movimento que defenda ou promova o homossexualismo. Notícias que afirmam o contrário são tendenciosas e irresponsáveis. A posição oficial da Igreja, reafirmada em voto do Concílio Anual da Associação Geral, que é a voz autorizada da Igreja para o mundo todo, é clara e insofismável a respeito da prática do homossexualismo.
Eis o texto completo:
A Igreja Adventista não apóia de forma alguma nenhum movimento que defenda ou promova o homossexualismo. Notícias que afirmam o contrário são tendenciosas e irresponsáveis. A posição oficial da Igreja, reafirmada em voto do Concílio Anual da Associação Geral, que é a voz autorizada da Igreja para o mundo todo, é clara e insofismável a respeito da prática do homossexualismo.
Eis o texto completo:
Declaração Sobre a Posição Adventista do Sétimo Dia Quanto a Homossexualidade:
“A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece que cada ser humano é precioso à vista de Deus, e assim buscamos ministrar a todos os homens e mulheres no espírito de Jesus. Cremos também que, pela graça de Deus e com o ânimo da comunidade da fé, uma pessoa pode viver em harmonia com os princípios da Palavra de Deus. Os adventistas do sétimo dia crêem que a intimidade sexual é apropriada unicamente no relacionamento conjugal entre homem e mulher. Esse foi o desígnio estabelecido por Deus na Criação. As Escrituras declaram: ‘Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne’ (Gênesis 2:24). Esse padrão heterossexual é confirmado em todas as Escrituras. A Bíblia não faz ajustes para a atividade ou relacionamentos homossexuais. Os atos sexuais praticados fora do círculo de um casamento heterossexual estão proibidos (Levítico 20:7-21; Romanos 1:24-27; I Coríntios 6:9-
11). Jesus Cristo reafirmou o propósito da criação divina quando disse: ‘Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? ... Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem’ (Mateus 19:4-6). Por esse motivo os adventistas do sétimo dia opõem-se às práticas e relacionamentos homossexuais.
Os adventistas do sétimo dia empenham-se por seguir a instrução e o exemplo de Jesus. Ele afirmou a dignidade de todos os seres humanos e estendeu a mão compassivamente a todas as pessoas e famílias que sofriam as conseqüências do pecado. Ele ofereceu um ministério solícito e proferiu palavras de conforto às pessoas que enfrentavam dificuldades, embora fizesse distinção entre Seu amor pelos pecadores e Seus claros ensinos sobre as práticas pecaminosas.” –
Concílio Mundial da Associação Geral – Outubro de 1999.
No Concílio Anual de 1987, outro documento foi promulgado, concernente à posição da Igreja sobre a conduta sexual.
“A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece que cada ser humano é precioso à vista de Deus, e assim buscamos ministrar a todos os homens e mulheres no espírito de Jesus. Cremos também que, pela graça de Deus e com o ânimo da comunidade da fé, uma pessoa pode viver em harmonia com os princípios da Palavra de Deus. Os adventistas do sétimo dia crêem que a intimidade sexual é apropriada unicamente no relacionamento conjugal entre homem e mulher. Esse foi o desígnio estabelecido por Deus na Criação. As Escrituras declaram: ‘Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne’ (Gênesis 2:24). Esse padrão heterossexual é confirmado em todas as Escrituras. A Bíblia não faz ajustes para a atividade ou relacionamentos homossexuais. Os atos sexuais praticados fora do círculo de um casamento heterossexual estão proibidos (Levítico 20:7-21; Romanos 1:24-27; I Coríntios 6:9-
11). Jesus Cristo reafirmou o propósito da criação divina quando disse: ‘Não tendes lido que o Criador desde o princípio os fez homem e mulher, e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? ... Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem’ (Mateus 19:4-6). Por esse motivo os adventistas do sétimo dia opõem-se às práticas e relacionamentos homossexuais.
Os adventistas do sétimo dia empenham-se por seguir a instrução e o exemplo de Jesus. Ele afirmou a dignidade de todos os seres humanos e estendeu a mão compassivamente a todas as pessoas e famílias que sofriam as conseqüências do pecado. Ele ofereceu um ministério solícito e proferiu palavras de conforto às pessoas que enfrentavam dificuldades, embora fizesse distinção entre Seu amor pelos pecadores e Seus claros ensinos sobre as práticas pecaminosas.” –
Concílio Mundial da Associação Geral – Outubro de 1999.
No Concílio Anual de 1987, outro documento foi promulgado, concernente à posição da Igreja sobre a conduta sexual.
Eis do texto: CONCÍLIO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO GERAL 12 de outubro de 1987
Deus, em seu infinito amor e sabedoria, criou homem e mulher, e os 16 fez com base no firme fundamento de lares e famílias ligados pelos laços do amor. É propósito de Satanás, porém, perverter toda coisa boa, e a perversão do melhor conduz inevitavelmente para o que é pior. Sob a influência da paixão desvinculada de princípios morais e religiosos, a associação dos sexos temse degenerado, lamentavelmente, em licenciosidade e abuso, os quais resultam em scravidão. Com a ajuda de muitos filmes, televisão, vídeos, programas de rádio e materiais impressos, o mundo está sendo guiado para novas profundezas de vergonha e depravação. Não é só a estrutura da sociedade que está sendo danificada, mas também a derrocada da família tem trazido outros males terríveis. O resultado em vidas de crianças e jovens desorientadas e confusas desperta nossa piedade, e os efeitos não são apenas desastrosos, mas também acumulativos. Estes males têm-se tornado mais intensos e constituem uma séria e crescente ameaça aos ideais e propósitos do lar cristão. Práticas sexuais, que são contrárias à vontade de Deus como o adultério, sexo pré-marital, comportamento sexual obsessivo, abuso sexual do cônjuge, abuso sexual de crianças, incesto, práticas homossexuais (gays e lésbicas), e brutalidades que são perversões óbvias do plano original de Deus, têm sido o resultado dessa atual situação. Como pode ser visto claramente nas seguintes passagens das Escrituras (Ver Êxo. 20:14; Lev. 18:22, 23, 29 e 20:13; Mat. 5:27 e 28; I Cor. 6:9; I Tim. 1:10; Rom. 1:20-32), essas
práticas são condenadas, mas estas advertências são rejeitadas e trocadas por opiniões humanas. Desta forma muita incerteza e confusão prevalecem. Isto é o que Satanás deseja. Ele sempre quer fazer com que as pessoas esqueçam que Deus é o Criador e fez Adão, e que Ele também criou Eva para ser a companheira, mulher, de Adão. “Homem e mulher Ele os criou” (Gên. 1:24). Apesar das claras declarações bíblicas sobre os padrões morais, o mundo hoje está testemunhando o 17 ressurgimento das perversões e depravações que marcaram as civilizações antigas.
Os resultados degradantes da obsessão desta era com o sexo, e a busca do prazer sensual, são claramente descritos na Palavra de Deus. Mas Cristo veio para destruir o trabalho do diabo e restabelecer a correta relação dos seres humanos entre si, e com o seu Criador. Assim, embora em Adão todos tenham caído, e se tornado cativos do pecado, os que se voltarem para Cristo em
arrependimento receberão o perdão, e terão escolhido o melhor caminho, o caminho darestauração completa. Por meio da cruz, o poder do Espírito Santo no “interior do homem”, e nutridos pelo ministério da Igreja, todos podem ser libertados do poder das perversões e práticas pecaminosas. A aceitação da graça de Deus conduz inevitavelmente o crente a um
tipo de vida e de conduta que está de “acordo com a doutrina de nosso Deus e Salvador” (Tito 2:10). Também a Igreja deve exercer a firme e amorosa disciplina com o membro que desrespeitar o Salvador e os princípios de conduta da vida cristã.
A Igreja reconhece a penetrante verdade e o poder motivador das palavras de Paulo para Tito:
“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens. Ensinando-nos que, renunciando a impiedade e as concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente. Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós para
nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras” (Tito 2:11-14). (Ver também II Pedro 3:11-14). – Concílio Anual da Associação Geral – 12 de outubro de 1987.
Com respeito à entidade “Seventh-day Adventist Kinship International”, que advoga a prática do homossexualismo, e que congrega jovens e adultos que se desviaram dos princípios morais da Igreja para esse tipo de vida, nada tem a ver com a organização adventista, e dela não recebe nenhum tipo de apoio, nem moral nem financeiro. A própria entidade declara isso em seu “site”:
SDA Kinship & SDA Church “What is the relationship between the Seventh-Day Adventist Church and SDA Kinship International, Inc.? Seventh-day Adventist Kinship International has no formal connection with the Seventh-day Adventist Church. SDA Kinship does not receive
support in any form from the General Conference of Seventh-day Adventists or its constituent churches. In 1987 the Seventh-day Adventist Church filed legal action with the State of California in an attempt to keep SDA Kinship from using the name ‘Seventh-day Adventist’ or ‘SDA’ in its name. On October 3, 1991 United States District Judge Mariana R. Pfaeizer ruled that Seventh-day Adventist Kinship International, Inc. did not infringe on the SDA Church´s use of the name and therefore could continue to use the identifying characteristic ‘Seventh-day Adventist’ and ‘SDA’ in their name.”
Tradução em Português
SDA Kinship e a Igreja Adventista “Qual é a relação entre a Igreja Adventista do Sétimo dia e a ‘SDA Kinship International’? “A ‘SDA Kinship International’ não tem nenhuma conexão formal
com a Igreja Adventista do Sétimo Dia ou com suas igrejas locais. Em 1987 a Igreja Adventista do Sétimo Dia entrou com uma ação legal no Estado da Califórnia na tentativa de impedir que a SDA Kinship continuasse usando o nome ‘Seventh-day Adventist’ ou ‘SDA’. Em 3 de outubro de 1991 a juíza Mariana R. Pfaeizer decidiu que a ‘Seventh-day Adventist Kinship International’ não estava infringindo a lei ao usar o nome da Igreja Adventista, e portanto podia continuar usando o nome ‘Seventh-day Adventis’ e ‘SDA’ em seu nome.”
E por que, então, o endereço do “site” dessa entidade está no “Adventist Conection”, site pertencente à Andrews University, da Igreja Adventista? A razão são as rígidas leis americanas contra qualquer tipo de discriminação contra grupos ou indivíduos. Como o “Adventist Conection” é um site que inclui as entidades que, de alguma maneira se relacionam com os adventistas, nem que seja só no nome, a exclusão da referida entidade pode trazer imprevisíveis
conseqüências jurídicas. Conforme o texto da entidade transcrito no início, a Igreja abriu uma
ação jurídica para impedir o uso do nome Adventista por essa entidade. Se a Igreja tivesse ganho a causa seria mais fácil tirar o respectivo site da lista da Andrews.
Como a juíza deu ganho de causa à referida entidade, como tirá-la da lista do site “Adventist Conection”, sem uma ação da justiça por parte da dita entidade? Devemos compreender e reconhecer os problemas próprios de cada país, antes de nos apressarmos em condenar ou acusar levianamente. No site “Adventist Conection”, da Andrews, e que contém a lista das
entidades relacionadas, há o seguinte esclarecimento: “Nem todas as entidades listadas aqui são aprovadas pela Igreja Adventista. Esta lista pretende ser apenas um documento de referência, e não implica em nenhuma espécie de apoio nem da Igreja Adventista e nem da Andrews Uiversity”.
Aqui e ali, um indivíduo ou outro, obreiro ou leigo, ou uma congregação ou outra, pode emitir opinião particular que destoe da posição oficial da Igreja como um todo. Isso é possível, principalmente nos Estados Unidos onde a liberdade de expressão garante o direito dos dissidentes de dizer o que querem. Mas uma coisa deve ficar absolutamente clara: A posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre conduta sexual, oficialmente, e para todo o mundo está exarada na Bíblia, no Espírito de Profecia, no Manual da Igreja, e declarada explicitamente
nos documentos votados pelo Concílio Anual da Associação Geral, e acima apresentados. Qualquer outra afirmação, por grupos ou indivíduos dissidentes, ou por uma ou outra igreja local, ou por indivíduos que mantêm posições liberais a respeito desse assunto, não representa a posição oficial da Igreja, a qual se encontra nos documentos citados.
Deus, em seu infinito amor e sabedoria, criou homem e mulher, e os 16 fez com base no firme fundamento de lares e famílias ligados pelos laços do amor. É propósito de Satanás, porém, perverter toda coisa boa, e a perversão do melhor conduz inevitavelmente para o que é pior. Sob a influência da paixão desvinculada de princípios morais e religiosos, a associação dos sexos temse degenerado, lamentavelmente, em licenciosidade e abuso, os quais resultam em scravidão. Com a ajuda de muitos filmes, televisão, vídeos, programas de rádio e materiais impressos, o mundo está sendo guiado para novas profundezas de vergonha e depravação. Não é só a estrutura da sociedade que está sendo danificada, mas também a derrocada da família tem trazido outros males terríveis. O resultado em vidas de crianças e jovens desorientadas e confusas desperta nossa piedade, e os efeitos não são apenas desastrosos, mas também acumulativos. Estes males têm-se tornado mais intensos e constituem uma séria e crescente ameaça aos ideais e propósitos do lar cristão. Práticas sexuais, que são contrárias à vontade de Deus como o adultério, sexo pré-marital, comportamento sexual obsessivo, abuso sexual do cônjuge, abuso sexual de crianças, incesto, práticas homossexuais (gays e lésbicas), e brutalidades que são perversões óbvias do plano original de Deus, têm sido o resultado dessa atual situação. Como pode ser visto claramente nas seguintes passagens das Escrituras (Ver Êxo. 20:14; Lev. 18:22, 23, 29 e 20:13; Mat. 5:27 e 28; I Cor. 6:9; I Tim. 1:10; Rom. 1:20-32), essas
práticas são condenadas, mas estas advertências são rejeitadas e trocadas por opiniões humanas. Desta forma muita incerteza e confusão prevalecem. Isto é o que Satanás deseja. Ele sempre quer fazer com que as pessoas esqueçam que Deus é o Criador e fez Adão, e que Ele também criou Eva para ser a companheira, mulher, de Adão. “Homem e mulher Ele os criou” (Gên. 1:24). Apesar das claras declarações bíblicas sobre os padrões morais, o mundo hoje está testemunhando o 17 ressurgimento das perversões e depravações que marcaram as civilizações antigas.
Os resultados degradantes da obsessão desta era com o sexo, e a busca do prazer sensual, são claramente descritos na Palavra de Deus. Mas Cristo veio para destruir o trabalho do diabo e restabelecer a correta relação dos seres humanos entre si, e com o seu Criador. Assim, embora em Adão todos tenham caído, e se tornado cativos do pecado, os que se voltarem para Cristo em
arrependimento receberão o perdão, e terão escolhido o melhor caminho, o caminho darestauração completa. Por meio da cruz, o poder do Espírito Santo no “interior do homem”, e nutridos pelo ministério da Igreja, todos podem ser libertados do poder das perversões e práticas pecaminosas. A aceitação da graça de Deus conduz inevitavelmente o crente a um
tipo de vida e de conduta que está de “acordo com a doutrina de nosso Deus e Salvador” (Tito 2:10). Também a Igreja deve exercer a firme e amorosa disciplina com o membro que desrespeitar o Salvador e os princípios de conduta da vida cristã.
A Igreja reconhece a penetrante verdade e o poder motivador das palavras de Paulo para Tito:
“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens. Ensinando-nos que, renunciando a impiedade e as concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente. Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós para
nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras” (Tito 2:11-14). (Ver também II Pedro 3:11-14). – Concílio Anual da Associação Geral – 12 de outubro de 1987.
Com respeito à entidade “Seventh-day Adventist Kinship International”, que advoga a prática do homossexualismo, e que congrega jovens e adultos que se desviaram dos princípios morais da Igreja para esse tipo de vida, nada tem a ver com a organização adventista, e dela não recebe nenhum tipo de apoio, nem moral nem financeiro. A própria entidade declara isso em seu “site”:
SDA Kinship & SDA Church “What is the relationship between the Seventh-Day Adventist Church and SDA Kinship International, Inc.? Seventh-day Adventist Kinship International has no formal connection with the Seventh-day Adventist Church. SDA Kinship does not receive
support in any form from the General Conference of Seventh-day Adventists or its constituent churches. In 1987 the Seventh-day Adventist Church filed legal action with the State of California in an attempt to keep SDA Kinship from using the name ‘Seventh-day Adventist’ or ‘SDA’ in its name. On October 3, 1991 United States District Judge Mariana R. Pfaeizer ruled that Seventh-day Adventist Kinship International, Inc. did not infringe on the SDA Church´s use of the name and therefore could continue to use the identifying characteristic ‘Seventh-day Adventist’ and ‘SDA’ in their name.”
Tradução em Português
SDA Kinship e a Igreja Adventista “Qual é a relação entre a Igreja Adventista do Sétimo dia e a ‘SDA Kinship International’? “A ‘SDA Kinship International’ não tem nenhuma conexão formal
com a Igreja Adventista do Sétimo Dia ou com suas igrejas locais. Em 1987 a Igreja Adventista do Sétimo Dia entrou com uma ação legal no Estado da Califórnia na tentativa de impedir que a SDA Kinship continuasse usando o nome ‘Seventh-day Adventist’ ou ‘SDA’. Em 3 de outubro de 1991 a juíza Mariana R. Pfaeizer decidiu que a ‘Seventh-day Adventist Kinship International’ não estava infringindo a lei ao usar o nome da Igreja Adventista, e portanto podia continuar usando o nome ‘Seventh-day Adventis’ e ‘SDA’ em seu nome.”
E por que, então, o endereço do “site” dessa entidade está no “Adventist Conection”, site pertencente à Andrews University, da Igreja Adventista? A razão são as rígidas leis americanas contra qualquer tipo de discriminação contra grupos ou indivíduos. Como o “Adventist Conection” é um site que inclui as entidades que, de alguma maneira se relacionam com os adventistas, nem que seja só no nome, a exclusão da referida entidade pode trazer imprevisíveis
conseqüências jurídicas. Conforme o texto da entidade transcrito no início, a Igreja abriu uma
ação jurídica para impedir o uso do nome Adventista por essa entidade. Se a Igreja tivesse ganho a causa seria mais fácil tirar o respectivo site da lista da Andrews.
Como a juíza deu ganho de causa à referida entidade, como tirá-la da lista do site “Adventist Conection”, sem uma ação da justiça por parte da dita entidade? Devemos compreender e reconhecer os problemas próprios de cada país, antes de nos apressarmos em condenar ou acusar levianamente. No site “Adventist Conection”, da Andrews, e que contém a lista das
entidades relacionadas, há o seguinte esclarecimento: “Nem todas as entidades listadas aqui são aprovadas pela Igreja Adventista. Esta lista pretende ser apenas um documento de referência, e não implica em nenhuma espécie de apoio nem da Igreja Adventista e nem da Andrews Uiversity”.
Aqui e ali, um indivíduo ou outro, obreiro ou leigo, ou uma congregação ou outra, pode emitir opinião particular que destoe da posição oficial da Igreja como um todo. Isso é possível, principalmente nos Estados Unidos onde a liberdade de expressão garante o direito dos dissidentes de dizer o que querem. Mas uma coisa deve ficar absolutamente clara: A posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre conduta sexual, oficialmente, e para todo o mundo está exarada na Bíblia, no Espírito de Profecia, no Manual da Igreja, e declarada explicitamente
nos documentos votados pelo Concílio Anual da Associação Geral, e acima apresentados. Qualquer outra afirmação, por grupos ou indivíduos dissidentes, ou por uma ou outra igreja local, ou por indivíduos que mantêm posições liberais a respeito desse assunto, não representa a posição oficial da Igreja, a qual se encontra nos documentos citados.
Pr Tércio Sarli
A Igreja adventista participa do ecumenismo?
Como a Igreja Adventista vê os movimentos ecumênicos ao redor do mundo, envolvendo a Igreja Católica, Metodista, Luterana, etc.? A Igreja Adventista participa desses movimentos?RESPOSTA:
A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é filiada a nenhuma entidade ecumênica no mundo. Esta Igreja tem uma sólida base profética e uma missão especial: dar ao mundo a tríplice mensagem angélica, de Apocalipse 14:6-13, cujo principal apelo é: “Sai dela, povo meu”. A mensagem da Igreja Adventista, em vez de ser uma mensagem de união com outras igrejas em suas doutrinas, é, ao contrário, uma mensagem que apela para que as almas sinceras saiam da confusão doutrinária e se unam ao povo “que guarda os mandamentos de Deus e a fé de Jesus” (Apoc. 14:12). Qualquer afirmação, pois, de que a Igreja Adventista tem qualquer ligação de caráter ecumênico com outras igrejas, é falsa, sem fundamento.
Isso não impede, entretanto, que cooperemos com outras denominações, e com governos, em assuntos de comum interesse, como obras de assistência e desenvolvimento social, campanhas de liberdade religiosa, entidades de combate a drogas e criminalidade, etc. Exemplo de cooperação aceitável é o trabalho da ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais), entidade da Igreja que trabalha em convênios com órgãos governamentais de países como Estados Unidos, Peru, Bolívia, etc. Agora mesmo, no Brasil, a ADRA da União Central Brasileira fez convênio com o governo federal para o atendimento de sete aldeias
indígenas, da tribo Carajás, na Ilha do Bananal. Temos ali uma equipe formada de administrador, médico, dentista, agentes sociais, e outros servidores, que desde o início do ano estão em plena atividade, em grande parte mantidos pelo órgão público federal correspondente. A respeito desse tipo de cooperação, eis o que declara Ellen White:
“Enquanto estivermos neste mundo, e o Espírito de Deus Se estiver esforçando com o mundo, tanto devemos receber como prestar favores. Devemos dar ao mundo a luz da verdade segundo é apresentada nas Escrituras Sagradas, e do mundo devemos receber aquilo que Deus os move a fazer a favor de Sua causa. O Senhor ainda toca no coração dos reis e governadores em favor de Seu povo, e compete aos que estão tão profundamente interessados na questão da liberdade
religiosa não dispensar quaisquer favores ou eximir-se do auxílio que Deus tem movido os homens a dar para o avanço de Sua causa.” – Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 202.
Com respeito a ministros de outras denominações religiosas, embora não nos liguemos ecumenicamente a eles, temos o dever de nos aproximar deles e manifestar-lhes simpatia e interesse. Eles, como nós, são almas por quem Cristo morreu, e devem conhecer as preciosas verdades para estes tempos. Eis o conselho inspirado: “Nossos ministros devem procurar aproximar-se dos ministros de outras denominações. Orai por eles, por quem Cristo está intercedendo. Pesa sobre eles solene responsabilidade. Como mensageiros de Cristo, cumpre-nos manifestar profundo e zeloso interesse nesses pastores do rebanho.” – Testemunhos Seletos
(Ed. Mundial), vol. 2, pág. 376.
Pr Tércio Sarli
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Providência - História
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém. O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo. Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.. Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila. Certamente ele ainda estava na pizzaria. Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local. A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas. As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada. Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele. Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida. O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava. Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado. Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida. Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo. Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets. Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque. Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ' Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor. Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers.
(Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
'Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.' Salmos 100:4
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Aquecimento Global - A Nova Religião
Dezesseis diferentes orientações religiosas australianas se unem, para combater o aquecimento global do Planeta. Católicos, anglicanos, luteranos, muçulmanos, judeus, budistas, sikhs e hinduístas, entre outros, criaram um grupo e apresentaram um documento que visa convencer os governos federal e local a assumirem um papel mais ativo na busca de soluções para as mudanças climáticas. O documento, intitulado "Common beliefs" (Crenças comuns), baseando-se em pesquisas científicas, é considerado a coletânea mais completa do pensamento religioso contemporâneo sobre transformações climáticas. Os signatários afirmam que a destruição voluntária da criação divina é um pecado e exortam os australianos a serem "custódios responsáveis do planeta Terra e a enfrentarem rapidamente a crise climática". "Teremos que responder a Deus pelos efeitos que nossas ações de hoje terão sobre o mundo e as gerações futuras" - escrevem. "Assim sendo, devemos ficar satisfeitos em assumir os custos adicionais para desenvolver energias alternativas".
O grupo afirma que é um imperativo moral que indivíduos e governos assumam seus papéis, no que diz respeito à redução das emissões de gás. Isso inclui leis mais duras, para os que poluem mais, maiores incentivos para as fontes de energia renováveis, e maior consideração para com as nações mais pobres, que sofrerão antes das outras, os efeitos do aquecimento global. Segundo o bispo anglicano de Canberra e Goulburn, Dr. George Browning, "se os cristãos acreditam em Jesus, devem admitir que a preocupação com as mudanças climáticas não é um "extra", mas uma questão central da fé". "A opção da Igreja e seu compromisso em erradicar a pobreza seriam vãos, se não se enfrentasse a questão das mudanças climáticas". O bispo continua, convidando os fiéis a reduzirem o uso da calefação e do ar condicionado, a usar lâmpadas de baixo consumo e a instalar cisternas para recolher a água pluvial. Já a Federarão Australiana dos Conselhos Islâmicos exorta os muçulmanos a renunciarem, no que for possível, ao automóvel, em favor dos transportes públicos, e a reduzirem o uso de produtos descartáveis, além de adotarem tecnologias alternativas.
O grupo afirma que é um imperativo moral que indivíduos e governos assumam seus papéis, no que diz respeito à redução das emissões de gás. Isso inclui leis mais duras, para os que poluem mais, maiores incentivos para as fontes de energia renováveis, e maior consideração para com as nações mais pobres, que sofrerão antes das outras, os efeitos do aquecimento global. Segundo o bispo anglicano de Canberra e Goulburn, Dr. George Browning, "se os cristãos acreditam em Jesus, devem admitir que a preocupação com as mudanças climáticas não é um "extra", mas uma questão central da fé". "A opção da Igreja e seu compromisso em erradicar a pobreza seriam vãos, se não se enfrentasse a questão das mudanças climáticas". O bispo continua, convidando os fiéis a reduzirem o uso da calefação e do ar condicionado, a usar lâmpadas de baixo consumo e a instalar cisternas para recolher a água pluvial. Já a Federarão Australiana dos Conselhos Islâmicos exorta os muçulmanos a renunciarem, no que for possível, ao automóvel, em favor dos transportes públicos, e a reduzirem o uso de produtos descartáveis, além de adotarem tecnologias alternativas.
Nota: Existe uma ação coordenada, em todo mundo, para fazer da questão do aquecimento global uma união para preservar o planeta. É interessante que, entre os que estão se mobilizando, o domingo é um dia sagrado e está sendo apontado como uma das soluções para amenizar o efeito do aquecimento global. Segundo eles esse dia deve ser um dia dedicado a família e adoração.
Nos EUA existe um crescente movimento em prol do domingo...
Veja esta reportagem: http://criacionista.blogspot.com/2009/10/o-domingo-nos-eua.html
Nos EUA existe um crescente movimento em prol do domingo...
Veja esta reportagem: http://criacionista.blogspot.com/2009/10/o-domingo-nos-eua.html
A profecia se cumpre:
Satanás dá sua interpretação aos acontecimentos, e eles [os homens preeminentes] pensam, como ele quer que o façam, que as calamidades que cobrem a Terra constituem o resultado da violação do domingo. Pretendendo aplacar a ira de Deus, esses homens influentes fazem leis impondo a observância do domingo. Imaginam que, exaltando cada vez mais esse falso dia de repouso, compelindo a obediência à lei do domingo, o sábado espúrio, estão prestando serviço a Deus. Os que honram a Deus observando o verdadeiro sábado são considerados desleais a Deus, quando, em realidade, os que assim os consideram é que são desleais, porque estão calcando aos pés o sábado originado no Éden. (Manuscrito 85, 1899.)
O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano. Então haverá uma lei contra o sábado da criação divina, e será nessa ocasião que Deus efetuará Sua "estranha obra" na Terra. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 910.
Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. ... E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo. (Review and Herald, 1º de junho de 1886.)
O que promoverá esta união? Não seria a questão do aquecimento global?
Satanás dá sua interpretação aos acontecimentos, e eles [os homens preeminentes] pensam, como ele quer que o façam, que as calamidades que cobrem a Terra constituem o resultado da violação do domingo. Pretendendo aplacar a ira de Deus, esses homens influentes fazem leis impondo a observância do domingo. Imaginam que, exaltando cada vez mais esse falso dia de repouso, compelindo a obediência à lei do domingo, o sábado espúrio, estão prestando serviço a Deus. Os que honram a Deus observando o verdadeiro sábado são considerados desleais a Deus, quando, em realidade, os que assim os consideram é que são desleais, porque estão calcando aos pés o sábado originado no Éden. (Manuscrito 85, 1899.)
O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano. Então haverá uma lei contra o sábado da criação divina, e será nessa ocasião que Deus efetuará Sua "estranha obra" na Terra. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 910.
Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. ... E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo. (Review and Herald, 1º de junho de 1886.)
O que promoverá esta união? Não seria a questão do aquecimento global?
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Estudo sobre as Sete Igrejas do Apocalipse
O Apocalipse foi primeiramente escrito para os Cristãos que viviam em sete cidades na Ásia Menor (Apoc.1:4), no que atualmente é a Turquia. O livro foi escrito por João, o apóstolo de Jesus e discípulo amado, que teve visões na ilha de Patmos, no final do primeiro século D.C..Embora o livro fale sobre previsões do futuro, João também o escreveu para ajudar os cristãos que moravam nessas cidades. Conhecer mais sobre essas cidades pode ajudar a fazer as mensagens dos capítulos 1 a 3 do Apocalipse serem mais vívidas e aprendermos como era a vida em Corinto, Filipos e outros lugares que também são mencionados nas cartas de Paulo. Esse passeio pelas sete cidades tem como objetivo abrir as portas para uma viagem ao passado, tempo em que o livro do Apocalipse foi escrito.
Clique neste link e veja o estudo completo: http://www.advir.com.br/sermoes/especial/7igrejas/menu.asp
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