terça-feira, 27 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Aquecimento Global - A Nova Religião
O grupo afirma que é um imperativo moral que indivíduos e governos assumam seus papéis, no que diz respeito à redução das emissões de gás. Isso inclui leis mais duras, para os que poluem mais, maiores incentivos para as fontes de energia renováveis, e maior consideração para com as nações mais pobres, que sofrerão antes das outras, os efeitos do aquecimento global. Segundo o bispo anglicano de Canberra e Goulburn, Dr. George Browning, "se os cristãos acreditam em Jesus, devem admitir que a preocupação com as mudanças climáticas não é um "extra", mas uma questão central da fé". "A opção da Igreja e seu compromisso em erradicar a pobreza seriam vãos, se não se enfrentasse a questão das mudanças climáticas". O bispo continua, convidando os fiéis a reduzirem o uso da calefação e do ar condicionado, a usar lâmpadas de baixo consumo e a instalar cisternas para recolher a água pluvial. Já a Federarão Australiana dos Conselhos Islâmicos exorta os muçulmanos a renunciarem, no que for possível, ao automóvel, em favor dos transportes públicos, e a reduzirem o uso de produtos descartáveis, além de adotarem tecnologias alternativas.
Nos EUA existe um crescente movimento em prol do domingo...
Veja esta reportagem: http://criacionista.blogspot.com/2009/10/o-domingo-nos-eua.html
Satanás dá sua interpretação aos acontecimentos, e eles [os homens preeminentes] pensam, como ele quer que o façam, que as calamidades que cobrem a Terra constituem o resultado da violação do domingo. Pretendendo aplacar a ira de Deus, esses homens influentes fazem leis impondo a observância do domingo. Imaginam que, exaltando cada vez mais esse falso dia de repouso, compelindo a obediência à lei do domingo, o sábado espúrio, estão prestando serviço a Deus. Os que honram a Deus observando o verdadeiro sábado são considerados desleais a Deus, quando, em realidade, os que assim os consideram é que são desleais, porque estão calcando aos pés o sábado originado no Éden. (Manuscrito 85, 1899.)
O protestantismo dará a mão da comunhão ao poder romano. Então haverá uma lei contra o sábado da criação divina, e será nessa ocasião que Deus efetuará Sua "estranha obra" na Terra. SDA Bible Commentary, vol. 7, pág. 910.
Não conseguimos ver como a Igreja romana poderá desembaraçar-se da acusação de idolatria. ... E esta é a religião que os protestantes estão começando a encarar com tanto agrado e que finalmente se unirá com o protestantismo. Esta união não será, porém, efetuada por uma mudança no catolicismo, pois Roma não muda. Ela declara possuir infalibilidade. É o protestantismo que mudará. A adoção de idéias liberais, de sua parte, o conduzirá ao ponto em que possa apertar a mão do catolicismo. (Review and Herald, 1º de junho de 1886.)
O que promoverá esta união? Não seria a questão do aquecimento global?
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Estudo sobre as Sete Igrejas do Apocalipse
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A Espera do Messias
Pestes nos tempos finais
Estamos atravessando uma pandemia de gripe, da H1N1. Mesmo sendo pouco letal, há um temor no mundo todo. É o medo de um minúsculo vírus que desafia a ciência e o orgulho dos homens. Ela faz parte do anúncio profético de que no final haveria epidemias e pestes, entre outras coisas (Lucas 21:11).
Como estamos percebendo que tudo indica que nos encaminhamos rapidamente para o desfecho, é de se esperar que se agravem os sinais anunciadores do fim do mundo e da vinda de CRISTO. O ser humano abusou do que lhe foi dado para viver aqui, e agora as conseqüências estão se acumulando na natureza, no clima, nas doenças, na economia, na sociedade, e em todos os lugares. Não temos mais muito tempo aqui. Aulas paradas (menos o futebol é claro, pois é muito mais importante que o estudo e a educação), pessoas se protegendo, medo em toda parte. O que será se vier uma peste bem mais letal, e mais facilmente contagiosa que essa? Como é fácil um minúsculo ser vivo acabar com o orgulho do poder econômico do ser humano!
Esta semana mais uma doença, antiga, reapareceu. Foi na China, é a peste pneumônica (a antiga peste negra da Europa). Na cidade chinesa de Ziketan, de uns dez mil habitantes, um cachorro comeu uma marmota infectada e morreu. O homem que foi enterrar o cachorro se infectou e também morreu. Dele outros já foram infectados, pelo que dizem, uns dez, dos quais dois ou três morreram. É altamente letal, as pessoas estão fugindo da cidade embora ela fosse fechada pelo exército.
“A peste pneumónica pode matar uma pessoa infectada em pouco mais de 24 horas, se esta não tiver pronto acompanhamento médico e se não lhe forem ministrados antibióticos. A sua taxa de mortalidade é bastante elevada; segundo a OMS, é, todavia, a forma mais rara de pneumonia.” Mata uma em cada duas pessoas infectadas. “A peste, bubónica ou pneumónica é normalmente associada a uma grande mortalidade ocorrida durante a idade média: “Na segunda grande epidemia de peste na Europa, entre 1348 e 1349 morreu um terço da população europeia. Coincidiu com a chegada da ratazana cinzenta, ou de esgoto, à Europa. Não era conhecida a acção da pulga como vector, por isso não foi eficazmente contido o problema”.”
Por: Sikberto Marks
Fontes:
https://mail.unijui.edu.br/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1327478%26seccao=%25C1sia
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1327499
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1394441
quinta-feira, 9 de julho de 2009
O Pecado
O livro do Genesis capitulo 3 narra a história da entrada do pecado neste mundo; Lúcifer, o primeiro anjo de Deus, havia se rebelado no céu, (Eze 28) tendo em si a origem do pecado motiva os primeiros habitantes deste mundo a transgredir a ordem de Deus. Assim o pecado, natureza propensa ao pecado, passou de geração a geração. (Rom 5:12)
Pecado (em hebr. hhatá; em gr. hamartáno) significam "errar", no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão de Deus. Em latim, o termo é vertido por peccátu. Em gr. Hamartia também denota um princípio ou fonte de ação, ou um elemento interior que produz atos. (Dicionário vine, p 853).
Para alguns professos estudantes da Bíblia, pecado não passa do ato da quebra dos mandamentos. Eles afirmam que o homem não possui uma natureza pecaminosa que o motiva a pecar, mas que se tornam pecadores quando quebram a Lei de Deus. Pecado não é apenas pessoal, mais moral.
"Visito a maldade dos pais nos filhos, até a terceira e a quarta geração daqueles que Me aborrecem." É inevitável que os filhos sofram as conseqüências das más ações dos pais, mas não são castigados pela culpa deles, a não ser que participem de seus pecados. Dá-se, entretanto, em geral o caso de os filhos andarem nas pegadas de seus pais. Por herança e exemplo os filhos se tornam participantes do pecado do pai. Más tendências, apetites pervertidos e moral vil, assim como enfermidades físicas e degeneração, são transmitidos como um legado de pai a filho, até a terceira e quarta geração. Esta terrível verdade deveria ter uma força solene para restringir os homens de seguirem uma conduta de pecado. (PP, p. 306).
O que é transmitido, portanto é a inclinação, esta inclinação permanece como tendência primária até que Cristo coloque uma nova semente, conversão.(Gn 1:27) O homem foi criados à imagem de Deus, contudo eles geraram filhos à sua imagem (Gn 5:23), os filhos já não eram diretamente a imagem e semelhança de Deus, mas a de Adão.
A queda afetou a orientação espiritual de cada um, embora não recebamos a culpa de Adão, temos a tendência de seguir pela mesma direção que ele seguiu, herdamos de Adão uma orientação para o pecado, já nascemos nesta direção. O coração humano por natureza é frio e escuro. Algumas pessoas até podem reivindicar que não foram afetadas pelo vírus do pecado, esta foi a idéia central do iluminismo.
Tal noção contradiz tanto a revelação quanto a observação. Tornamos-nos como um navio cujo leme está amarrado na direção errada. O pecado é um tipo de amor que está centralizado no objeto errado. Assim o plano da redenção pressupõe a universalidade do pecado, aqui todos temos a mesma afinidade, nossa solidariedade (afinidade) está com Adão. É a idéia da evolução que o homem está melhorando, mas a lei da entropia [é uma grandeza termodinâmica geralmente associada ao grau de desordem] evidencia que tudo está piorando inclusive o ser humano. Espiritualmente a verdade é a mesma, deixados por nós mesmos cada dia tornamo-nos piores, estamos nos desorganizando.
A escritora Ellen G. White comenta sobre a entrada do pecado e como o homem passou a ter uma natureza depravada que responde a tentação do maligno.
“Os anjos os advertiram a que estivessem de sobreaviso contra os ardis de Satanás; pois seus esforços para os enredar seriam incansáveis. Enquanto fossem obedientes a Deus, o maligno não lhes poderia fazer mal; pois sendo necessário, todos os anjos do Céu seriam enviados em seu auxílio. Se com firmeza repelissem suas primeiras insinuações, estariam tão livres de perigo como os mensageiros celestiais. Se, porém, cedessem uma vez à tentação, sua natureza se tornaria tão depravada que não teriam em si poder nem disposição para resistir a Satanás.” (PP, p. 53)
“(Adão) Fora dotado de uma natureza santa, inocente, pura, incontaminada; mas caiu porque deu ouvidos à sugestão do inimigo; e sua posteridade se tornou depravada. ...” (Cristo Triunfante, p. 245)
”Ao passo que Adão foi criado sem pecado, à semelhança de Deus, Sete, como Caim, herdou a natureza decaída de seus pais.”(PP. P 80)
Quando alguém nasce traz em seu ser uma natureza que é contrária a vontade de Deus. Não precisamos ensinar uma criança a fazer coisas erradas, ao contrário, precisamos corrigir sua propensão para fazer o que é errado. Na realidade esta luta será constante durante toda a vida. Existem aqueles que ignoram o poder do pecado, até mesmo dizem que não são pecadores. Outros dizem que pecado é matar, roubar, coisas do gênero. Pecado não é só transgressão dos dez mandamentos, porque a lei de Deus é amplíssima, vai alem do cometer erros. Pecado também é não praticar o bem; a Bíblia diz: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”. (Tia 4:17)
O pecado pode ser acariciado na mente de forma virtual, mas a pessoa não chega a consumar o ato. Isto não quer dizer que não houve pecado, porque na realidade o ato em si é o fruto do pecado, não o pecado em si. Jesus ilustrou este tipo de pecado quando disse: “Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” (Mat 5;28) Muitas vezes a pessoa não coloca em prática o seu pecado devido as conseqüências que ele pode trazer para sua vida. Não o faz porque teme a Deus e quer fazer sua vontade, se tivesse a oportunidade de praticá-lo sem as conseqüências o faria sem pensar duas vezes.
Apesar de que muitos acham que podem praticar tal ato sem serem descobertos, mas as conseqüências sempre aparecem trazendo desgosto e tristeza para muitas famílias.
Pecado doença contagiosa
“É da natureza do pecado espalhar-se e aumentar. Desde o pecado original de Adão, de geração a geração, ele se tem espalhado como uma doença contagiosa. Quando o mundo ainda estava em sua infância, o pecado se tornou temível em suas proporções. O ódio à lei de Deus, e seus seguros resultados, o ódio a todo o bem, tornou-se universal”. (MM Refletindo a Cristo, 1986, p. 313)
“Era possível a Adão, antes da queda, formar um caráter justo pela obediência à lei de Deus. Mas deixou de o fazer e, devido ao seu pecado, nossa natureza se acha decaída, e não podemos tornar-nos justos. Visto como somos pecaminosos, profanos, não podemos obedecer perfeitamente a uma lei santa”. (Caminho a Cristo, p.62)
Aqui fica claro que o homem não pode obedecer PERFEITAMENTE à lei de Deus devido a mácula do pecado que motiva o homem desobedecer. Se o problema do homem fosse somente uma tentação externa para desobedecer a Deus, como foi para Adão antes de se contaminar com o pecado, não seria impossível ao homem ter uma vida com ausência completa do pecado. Jesus veio a este mundo para quebrar a maldição do pecado para dar oportunidade ao pecador alcançar vitória em Cristo. Ellen G. White diz:
“Não possuímos justiça em nós mesmos com a qual pudéssemos satisfazer às exigências da lei de Deus. Mas Cristo nos proveu um meio de escape. Viveu na Terra em meio de provas e tentações como as que nos sobrevêm a nós. Viveu uma vida sem pecado. Morreu por nós, e agora Se oferece para nos tirar os pecados e dar-nos Sua justiça. Se vos entregardes a Ele e O aceitardes como vosso Salvador, sereis então, por pecaminosa que tenha sido vossa vida, considerados justos por Sua causa. O caráter de Cristo substituirá o vosso caráter, e sereis aceitos diante de Deus exatamente como se não houvésseis pecado.” (Caminho a Cristo, p.62)
“Deus ia ser manifesto em Cristo, "reconciliando consigo o mundo". II Cor. 5:19. O homem se tornara tão degradado pelo pecado que lhe era impossível, por si mesmo, andar em harmonia com Aquele cuja natureza é pureza e bondade. Mas Cristo, depois de ter remido o homem da condenação da lei, poderia comunicar força divina para se unir com o esforço humano. Assim, pelo arrependimento para com Deus e fé em Cristo, os caídos filhos de Adão poderiam mais uma vez tornar-se "filhos de Deus". I João 3:2. Patriarcas e Profetas, págs. 63 e 64.
O arrependido pode viver uma vida isenta de pecados?
“Muitos adotaram a posição de que não podem pecar por terem sido santificados, mas isto é um enganoso embuste do maligno. Há constante perigo de cair em pecado, pois Cristo admoestou-nos a vigiar e orar, para que não entremos em tentação. Se estamos cientes da debilidade do próprio eu, não seremos presunçosos nem indiferentes ao perigo, mas sentiremos a necessidade de buscar a Fonte de nossa força, Jesus justiça nossa. Viremos em arrependimento e contrição, com premente senso de nossa debilidade finita, aprendendo que precisamos recorrer diariamente aos méritos do sangue de Cristo, para que nos tornemos vasos em condições de serem usados pelo Mestre. Confiando assim em Deus, não seremos achados batalhando contra a verdade, mas estaremos sempre habilitados a defender o que é correto. Devemos apegar-nos aos ensinos da Bíblia e não seguir os costumes e as tradições do mundo, os dizeres e os atos de homens. Signs of the Times, 19 de maio de 1890.
“A santificação não é obra de um momento, de uma hora, de um dia, mas dá vida toda. Não se alcança com um feliz vôo dos sentimentos, mas é o resultado de morrer constantemente para o pecado, e viver constantemente para Cristo. Não se podem corrigir os erros nem apresentar reforma de caráter por meio de esforços débeis e intermitentes. Só podemos vencer mediante longos e perseverantes esforços, severa disciplina e rigoroso conflito. Não sabemos quão terrível será nossa luta no dia seguinte. Enquanto reinar Satanás, teremos de subjugar o próprio eu e vencer os pecados que nos assaltam; enquanto durar a vida não haverá ocasião de repouso, nenhum ponto a que possamos atingir e dizer: "Alcancei tudo completamente." A santificação é o resultado de uma obediência que dura a vida toda.” (Manuscrito 63, p. 561)
“A pena da inspiração, fiel a sua tarefa, conta-nos os pecados em que caíram Noé, Ló, Moisés, Abraão, Davi e Salomão, e que mesmo o forte espírito de Elias sucumbiu ante a tentação durante sua terrível prova. A desobediência de Jonas e a idolatria de Israel são fielmente relatadas. A negação de Cristo por parte de Pedro, a viva contenda entre Paulo e Barnabé, as falhas e fraquezas dos profetas e dos apóstolos, todas são expostas. ... Ali se acha diante de nós a vida dos crentes, com todas as suas faltas e loucuras, o que visa uma lição a todas as gerações que os seguissem. Houvessem eles sido isentos de fraquezas [tendência para pecar], teriam sido mais que humanos, e nossa natureza pecaminosa desesperaria de atingir nunca a tal grau de excelência. Vendo, porém, onde eles lutaram e caíram, onde se animaram outra vez e venceram mediante a graça de Deus, somos animados e induzidos a avançar e passar por cima dos obstáculos que a natureza degenerada nos coloca no caminho”. ( Vidas que Falam MM 1971, p.368)
É muito fácil alegar santidade e apontar defeitos nos outros. Os que afirmam que podemos viver uma vida isenta de pecados esquecem que até mesmo os profetas tiveram dificuldades com a natureza moral degradada pelo pecado.
“Nenhum dos apóstolos e profetas declarou jamais estar sem pecado. Homens que viveram o mais próximo de Deus, que sacrificariam a vida de preferência a cometer conscientemente um ato mau, homens a quem Deus honrou com divina luz e poder, confessaram a pecaminosidade de sua natureza. Eles não puseram a sua confiança na carne, nem alegaram possuir justiça própria, mas confiaram inteiramente na justiça de Cristo.” (AP 561-564.)
Sinceramente não consigo entender essas pessoas, por que elas acusam tanto a igreja e a liderança de mundanismo e pecado; como são capazes de se levantar dentro da igreja e acusar falsamente os pastores. Quanto a mim, quanto mais me aproximo de Jesus, mais vejo o quanto sou uma pessoa miserável. Quando não conhecia a Cristo não sentia que era um vil pecador, mas agora vejo quem realmente sou. Se não fosse pela misericórdia de Deus o que seria de mim. Muitas vezes me sinto como Paulo que dizia: “miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?”
“Assim será com todos que contemplam a Cristo. Quanto mais nos aproximarmos de Jesus, e quanto mais claramente distinguirmos a pureza de Seu caráter, tanto mais claro veremos a excessiva malignidade do pecado, e tanto menos nutriremos o desejo de nos exaltar a nós mesmos. Haverá um contínuo anelo da alma em direção a Deus, uma contínua, sincera, contrita confissão de pecado e humilhação do coração perante Ele. A cada passo para a frente em nossa experiência cristã, nosso arrependimento se aprofundará. Saberemos que nossa suficiência está em Cristo unicamente, e faremos nossa própria a confissão do apóstolo: "Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum." Rom. 7:18. "Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo." Gál. 6:14. (id.)
Devemos meditar nestes conselhos que nosso Deus nos deixou:
“Que os anjos relatores escrevam a história das santas lutas e pelejas do povo de Deus; que anotem as orações e lágrimas; mas não permitamos que Deus seja desonrado pela declaração de lábios humanos: "Estou sem pecado; sou santo." Lábios santificados nunca pronunciarão palavras de tanta presunção. (id)
“O apóstolo Paulo havia sido arrebatado até o terceiro Céu, e tinha visto e ouvido coisas que não poderiam ser proferidas; contudo, sua humilde afirmação é: "Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo." Filip. 3:12. Que os anjos do Céu escrevam as vitórias de Paulo ao combater o bom combate da fé. Que o Céu se rejubile em sua marcha firme rumo do Céu e que, ao manter ele em vista o prêmio, considere tudo o mais como escória. Os anjos se regozijam ao contar seus triunfos, mas Paulo mesmo não se vangloria de suas conquistas. A atitude de Paulo é a atitude que cada seguidor de Cristo deveria tomar ao prosseguir na luta pela coroa imortal.
Que os que se sentem inclinados a fazer alta profissão de santidade se contemplem no espelho da lei de Deus. Ao verem o vasto alcance de seus reclamos, e compreenderem que ela opera como perscrutadora dos pensamentos e intenções do coração, não se presumirão de estar sem pecado. "Se dissermos que não temos pecado", diz João não se excluindo de seus irmãos, "enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós." "Se dissermos que não pecamos, fazemo-Lo mentiroso, e a Sua palavra não está em nós." "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." I João 1:8, 10 e 9.
Enquanto vivermos, neste mundo, estaremos sujeitos ao pecado. Isto não quer dizer que desculpamos o pecado. Quando estamos ligados a Cristo nossa vida é transformada, como já vimos, não é obra de um dia, mas sim de uma vida inteira.
- Deus requer obediência, Jesus veio ao mundo para resolver o problema da natureza do pecado que motiva o pecador a pecar.
Os dissidentes têm dito que a igreja adventista rejeitou a doutrina da justificação pela fé proclamada por Waggoner e Jones em 1888. Mas esta não é a verdade. A igreja passou por um período de adaptação em suas doutrinas e a justificação pela fé foi proclamada e é proclamada com muita dedicação. O que a igreja rejeita é o fanatismo que foi desenvolvido sobre o tema. A própria senhora Ellen White advertiu:
Alguns não farão o uso devido da doutrina da justificação pela fé. Apresentá-la-ão de maneira unilateral. Outros lançarão mão de idéias que não foram devidamente apresentadas, e passam completamente sobre o limite, passando de todo por alto as obras.
Ora, a fé genuína sempre opera por amor. Quando olhais ao Calvário não é para aquietar vossa alma na falta de cumprimento do dever, nem para vos acalmar para dormir, mas para criar fé em Jesus, fé que opere, purificando a alma do lodo do egoísmo. Quando lançamos mão de Cristo pela fé, nossa obra apenas começou. Todo homem tem hábitos corruptos e pecaminosos que precisam ser vencidos por combate vigoroso. Requer-se de toda alma que combata o combate da fé. Se alguém é seguidor de Cristo, não pode ser astuto no negócio, não pode ser duro de coração, falto de compaixão. Não pode ser vulgar na linguagem. Não pode ser cheio de arrogância e presunção. Não pode ser despótico, nem usar palavras ásperas, e censurar e condenar.
O trabalho de amor brota da operação da fé. A religião bíblica significa constante trabalho. "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos Céus." Mat. 5:16. Operai vossa salvação com temor e tremor, pois é Deus que opera em vós tanto o querer como o efetuar segundo a Sua boa vontade. Devemos ser zelosos de boas obras, cuidadosos de manter boas obras. E a Testemunha fiel diz: "Eu sei as tuas obras." Apoc. 2:2.
Se bem que seja verdade que nossas atarefadas atividades não nos asseguram, em si mesmas, a salvação, também é verdade que a fé que nos liga a Cristo estimulará a alma à atividade. Os que não têm tempo para dar atenção a sua própria alma, a se examinarem diariamente, se estão no amor de Deus, e colocarem-se no conduto da luz, terão tempo para dar às sugestões de Satanás e à execução de seus planos.
Satanás insinuar-se-á mediante pequenas cunhas, que se ampliam à medida que abrem caminho. As perigosas armadilhas dele serão introduzidas na obra especial de Deus nestes dias. (Manuscrito 16, 1890.)
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Gripe Assassina
Segundo o portal G1, normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas. (G1)
O ser humano, em toda sua história, tem andado em seus próprios caminhos e isto tem trazido resultados desastrosos. Ellen G. White escreveu: “O porco, se bem que um dos mais comuns artigos de alimentação, é um dos mais prejudiciais. Deus não proibiu os hebreus de comerem carne de porco apenas para mostrar Sua autoridade, mas por não ser ela apropriada à alimentação do homem. Encheria o organismo de escrófulas, e em especial naquele clima quente, produzia lepra, e doenças de várias espécies. Sua influência sobre o organismo, naquele clima, era muito mais prejudicial que em climas mais frios. Deus, porém, nunca destinou o porco para ser comido sob quaisquer circunstâncias. Os pagãos usavam o porco como artigo de alimentação, e os americanos têm-no usado abundantemente como importante parte do regime alimentar. A carne de porco não seria agradável ao paladar em seu estado natural. É tornada apetitosa mediante alta condimentação, que torna uma coisa má ainda pior.” (CSRA, 393)
O resultado da desobediência a revelação da palavra de Deus foi e sempre será desastrosa. Muitos estão deixando de consumir carne de porco, porque estão com medo do vírus. Mas se pensarmos na quantidade de porcos, que são criados para serem comercializados e que são supostos hospedeiros do vírus, ficamos mais preocupados.
"Porcos são quase sempre apontados como a alternativa possível de ser hospedeiros, já que são conhecidos como suscetíveis tanto ao vírus do tipo humano quanto ao das aves. De fato, ocorrências simultâneas de influenza foram observadas em humanos e suínos durante a pandemia de 1918, mas acreditamos que a transmissão se deu dos humanos para os porcos. Há numerosos exemplos de vírus influenza de humanos infectando suínos desde 1918, mas cepas suínas foram isoladas apenas esporadicamente de humanos. Apesar disso, para explorar a possibilidade de que o HA de 1918 tenha começado como um tipo aviário que gradualmente se adaptou a hospedeiros mamíferos como porcos, observamos uma linhagem de influenza H1N1 de aves presente em suínos europeus nos últimos 25 anos."
Pergunto: se o homem tivesse ouvido a palavra de Deus que diz: “Também o porco, porque tem unhas fendidas, e a fenda das unhas se divide em duas, mas não rumina; este vos será imundo. Das suas carnes não comereis, nem tocareis nos seus cadáveres; estes vos serão imundos.” (Levítico 11:7-8) Não teríamos evitado muitos danos à humanidade?
Pessoalmente penso que o lugar do porco é na lama e não no prato. Para termos qualidade de vida; a qualidade que Deus deseja para nós.
Fontes
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/a_caca_do_virus_da_gripe_assassina_11.html
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Virus Contagioso
- 'Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?'E vem a resposta:'Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!” Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina. Perguntam-lhe:
-'Quer ver seu filho agora?' Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz:
Esta é uma realidade triste. Muitos professam seguir a Cristo, mas suas ações demonstram o contrário; isto é mais um sinal da vinda de Jesus.
E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem.
Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,
E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem. (Mateus 24:38-39)
sexta-feira, 3 de abril de 2009
A Trindade - Apostasia ômega?
BREVE HISTÓRICO DA TRINDADE ENTRE OS ADVENTISTAS
A maioria dos pioneiros e líderes do Movimento Adventista eram não trinitarianos. Hoje, a Igreja Adventista do Sétimo Dia oficialmente é trinatária. Pergunta-se como introdução para aguçar o pensamento. Eles estavam errados e nós estamos certos, ou eles estavam certos e nós estamos na linha da apostasia Ômega como dizem os opositores da trindade? Veremos neste breve histórico, se os Adventistas cresceram em sua compreensão a respeito da trindade, ou se eles perderam o rumo.
Segundo a história Adventista, o assunto da trindade ocupa cinco distintos capítulos na vida da igreja. Cada capítulo desta história está marcado por atos claros e definidos. (Trinity, págs 190-203) São eles:
1 – O período onde o pensamento anti-trinitariano era dominante – 1846 – 1888.
Nesse período, a maioria dos líderes e escritores da Igreja [José Bates, Tiago White, Uriah Smith, mais tarde E.J.Waggoner, e outros] eram anti-trinitarianos, ou pelo menos pensavam assim. Apenas alguns deles advogavam e aceitavam o conceito de trindade. Não eram totalmente incrédulos com respeito a obra de Jesus e do Espirito Santo. Mas não conseguiam vê-los como pessoas distintas no trio celestial. Eles apresentavam seis razões porque não conseguiam ser trinitarianos.
a-) Eles não viam evidência bíblica de três pessoas na trindade.
b-) Eles não conseguiam ver a coerência na afirmação de que Jesus era o poderoso Deus e igual com o Pai.
c-) Eles achavam que acreditar na trindade era acreditar em três deuses. Por isso rejeitavam a idéia completa.
d-) Achavam que o conceito de trindade diminuiria a expiação de Cristo feita na cruz ao morrer pela humanidade. Pensavam que se Cristo era Deus eterno, então como Deus ele não morreu. E se o divino não morreu, concluíam, Seu sacrifício não foi completo.
e-) Compreendiam que as citações: “Ele é o começo da criação de Deus” e “Cristo o Filho de Deus” deviam indicar que ele não era eterno.
f-) Achavam que as citações que dizem que o Espirito Santo foi derramado sobre toda carne ou derramado em nosso corações indicavam que Ele não podia ser uma pessoa.
Obs: Se você analisar todas estas objeções, verá que embora sejam baseadas em textos bíblicos, nenhuma delas é contraditória a respeito da crença da trindade. (Ver The Trinity, pág. 190-194)
2 – O começo da insatisfação com o anti-trinatarianismo – 1888-1898
A conferência geral de Mineápolis gerou muita insatisfação a respeito da trindade. E.J.Waggoner um dos principais oradores deste evento, embora não fosse totalmente trinatariano escreveu: “Cristo tinha vida em Si mesmo. [João 10:17] Ele possui imortalidade em Si mesmo. Há uma divina unidade entre o Pai e o Filho. Cristo é por natureza da mesma substância de Deus. Ele tem vida em Si mesmo. Ele é chamado de Jeová, e existe por Si mesmo. Ele é igual ao Pai e tem os atributos de Deus” (Citado em Trinity, pág 195)
Neste período, em 1892, Samuel T. Spear escreveu um panfleto esclarecendo que a crença na trindade não era crer em três deuses. E apresentou um alinha de raciocínio semelhante a que advogamos hoje. No mesmo período Uriah Smith, que era também anti-trinitariano, escreveu o livro Looking Unto Jesus, rejeitando suas idéias anteriores de que Cristo fora criado. Embora continuasse crendo que unicamente Deus não teve começo, e que Jesus veio à existência por algum meio não conhecido. Mas não criado. Neste livro, Smith reconhece, embora parcialmente a existência da trindade.
3 – O paradigma mudado – 1898 – 1915
Neste período, aconteceu a maior virada do pensamento Adventista sobre a trindade. A mudança se deu pela publicação do Desejado de Todas as Nações em 1898. Ellen começa falando de Jesus, e no terceiro parágrafo solta a bomba: “Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai” DN, pág. 19. Ao comentar a ressurreição de Lázaro, vem outra afirmação inesperada: “Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada” DN, pág. 530. Mais na frente ela diz: “O Senhor veio da sepultura pela vida que havia em Si mesmo” DN pág. 785. A mudança parecia tão grande e chocante que M.L. Andreasen que tinha se tornado Adventista há apenas quatro anos aos 18 anos e estava no Seminário preparando-se para ser um pastor não acreditou que Ellen White tivesse escrito estas declarações. Ao entrar para o ministério em 1902, ele viajou até a Califórnia para conferir pessoalmente com a irmã White se aquelas declarações eram suas mesmo. Tudo foi confirmado dela para ele. No mesmo livro, Ellen White reconhece o Espírito Santo como a Terceira pessoa da Divindade e O chama de “Ele” (Ver DN. Págs 669-671). Sem sombra de dúvida, O Desejado de Todas as Nações foi um divisor de águas na compreensão do assunto da Trindade.
Aqui neste ponto, quero acrescentar alguns comentários sobre a posição de Ellen White sobre a questão da trindade. Muitos dos críticos atuais sobre o assunto, usam afirmar que Ellen White nunca apoiou a doutrina da trindade e, que os ASD têm violado suas declarações nas traduções e com isso tem forçado Ellen White a dizer o que ela nunca disse. Dizem mais que as mudanças do pensamento anti-trinitariano para trinitariano, se deram após sua morte. Especialmente após a conferência bíblica de 1919.
Seria isso verdade? Em que se baseiam para afirmarem isso? Vejamos um pouco mais de história:
Nesse período de mudança de pensamento, [1898-1915] aparece a figura do Dr. J.H. Kellogg. Ele escreveu o livro The Living Temple com a proposta de vender 500 mil cópias e empregar os recursos na reconstrução do Hospital que tinha destruído pelo fogo. A liderança da igreja a princípio aceitou a proposta, mas ao tomarem conhecimento do conteúdo do livro, o assunto pegou fogo. Ellen White a princípio, esteve calada. Mas chegou o momento de falar e falou como sempre com autoridade e bases bíblicas dizendo que o livro do Kellogg era uma negação da fé, era uma heresia espiritualista. (Ver Trinity, pág. 217) O livro é uma defesa aberta do panteísmo. Então, veja algumas da mais fortescitações da irmão White sobre a questão da trindade escritas exatamente neste momento de crise. Observe a seqüência de datas.
“O obreiro de Deus é o agente através do qual a comunicação celestial é data, e o Espirito Santo dá autoridade divina para a palavra da verdade.” RH, Abril 4, 1893 – (SDABC. Vol6, pág. 1053)
“As três grandes potestades do céu são testemunhas, são invisíveis, mas estão presentes.” MS, 57. 1900 – (SDABC. Vol 6, pág. 1074)
“A obra é delineada frente a cada alma que tem confessado sua fé em Jesus Cristo mediante o batismo, e se tem convertido em um receptáculo da promessa que procede das três pessoas da divindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo.” MS, 57, 1900 – (SDABC, Vol 6, pág. 1074)
“O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem aqueles que verdadeiramente entram em relação de concerto com Deus. Eles estão presentes em cada batismo, para receber os candidatos que tem renunciado o mundo e tem recebido Cristo no templo da alma.” MS 27, 1900 (SDABC, Vol 6, pág. 1075)
“Quando aceitamos a Cristo, e no nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo prometemos servir a Deus, o Pai, Cristo e o Espírito Santo p Os três dignitários e poderes do céu – empenham-se a Si mesmos de que todas as facilidade nos serão proporcionadas, se cumprirmos nosso voto batismal...” MS 85, 1901 (SDABC, Vol 6, pág. 1075)
“O Pai, o Filho e o Espírito Santo, os três santos dignitários do céu, declararam que eles fortalecerão os homens para vencer os poderes das trevas...” MS 92, 1901 (SDABC, vol 5, pág 1110)
“Ele (Cristo) determinou dar seu representante, a terceira pessoa da Divindade. Este Dom não seria excedido...” SW Nov.28.1902 (SDABC, Vol 6 pág 1053)
Note o que ela escreveu quando o assunto do panteísmo de Kelloggs estava em pauta:
“Fui instruída a dizer: Os sentimentos dos que andam em busca de avançadas idéias científicas não são para confiar. Fazem-se definições como essas: O Pai é como a Luz invisível: O Filho é como a luz corporificada, o Espirito é a luz derramada. O Pai é como o orvalho, vapor invisível; O Filho é como o orvalho condensado em um bela forma; e o Espirito é como o orvalho caído sobre a sede da vida. Outra apresentação: O Pai é como o vapor invisível, o Filho como a nuvem plúmbea, e o Espírito é a chuva caída e operando em poder refrigerante. Todas estas definições espiritualistas são simplesmente nada. São imperfeitas, inverídicas... Deus não pode ser comparado a coisas feitas por Suas mãos. Estas são meras coisas terrenas... O Pai não pode ser definido por coisas da terra,
O Pai é toda a plenitude da Divindade corporalmente, e invisível aos olhos mortais. O Filho é toda a plenitude da Divindade manifestada. ...O Consolador que Cristo prometeu depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal. Há três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste, em nome destes três grandes poderes – O Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados... (Grifos acrescidos) (Special Testemunies, Série B, Nº 7, págs 62 e 63. (1905)
“Virtualmente, tomamos um solene voto, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, que deste então, nossa vida se uniria na vida destas três grandes Agencias, que a vida que viveríamos na carne, deveria ser vivida em fiel obediência à sagrada lei de Deus.” MS67, 1907. (SDABC Vol 1, pág 1120)
Neste período um dos destacados líderes e editor da mais importante revista dos ASD, a Review and Herald, F. M. Wilcox – um dos cinco depositários indicados por Ellen White para cuidar do patrimônio literário dela, escreveu uma síntese das crenças dos ASD. E no ano de 1913 [Note que Ellen White estava viva e não contradisse o que ele escreveu] Wilcox escreveu na Review: “Os Adventistas do Sétimo Dia crêem na Divina Trindade. Esta Trindade consiste do eterno Pai... O Senhor Jesus Cristo.... e o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade.” (Grifos acrescidos) (Trinity, Pág. 218)
Penso que Ellen White desde o começo tinha uma mentalidade trinitariana, uma vez que ela era um fiel Metodista e os Metodistas são trinitarianos, [mas os Metodistas não têm a mesma compreensão do assunto como o temos hoje.] Mas creio também que sua compreensão sobre o assunto foi se aprofundando à medida que Deus ia lhe proporcionando as visões. Assim como ela cresceu na compreensão do sábado, da porta fechada, da alimentação e de outros pontos fundamentais de nossa fé, ela cresceu também na compreensão da trindade.
Creio também que embora Ellen White tivesse alguma idéia diferente sobre determinado assunto, ela se submetia à vontade de Deus. Veja o que ela disse sobre isso: “ Nessas cartas que escrevo e nos testemunhos que dou, eu apresento para vocês aquilo que o Senhor me apresentou. Não escrevo um artigo sequer, expressando minhas próprias idéias. Elas são o que Deus tem aberto para mím em visão.” – Selected Messages, book I, p. 27)
4 – O declínio do anti-trinitarianismo. 1915-1946
Talvez por causa da declaração do Wilcox, o debate a respeito da trindade entrou pelo século XX provocando acaloradas discussões entre os ASD. Em 1919, o assunto da Cristologia e da relação de Cristo com Deus assumiram lugar de destaque. Note que apesar da declaração de Ellen White de que em Cristo há vida original, não emprestada e não derivada, alguns continuaram afirmando que Cristo era de alguma maneira derivado do Pai.(Ver Merlin Burt, Monografia da Andrews, 1996 págs 26,27 e 31)
Em 1930 os irmãos da Divisão Africana solicitaram que a Conferência Geral enviasse um documento para que eles pudessem apresentar ao governo nossas crenças. A Associação Geral enviou 22 crenças fundamentais que apareceram no Year Book de 1931. Entre as crenças aparece: “A Divindade ou Trindade” “Jesus é verdadeiramente Deus”
Em 1946 a Conferência Geral tomou um voto dizendo que nenhuma mudança de nossas crenças como aparecia no Manual da Igreja deveria ser feita a não ser por voto da Sessão da Conferência Geral. Isto era uma aceitação oficial da trindade pelos ASD.
5 – O domínio da crença da Trindade. – 1946 até o presnete.
Em 1957 com a publicação de Questions on Doctrine a questão do uso de “O Trio celestial” foi aceita e propagada pelos ASD.
L.E. Froom publicou em 1971 o livro Movement of Destiny. Talvez podemos dizer que Froom foi o campeão de defesa da Trindade.
Mais recentemente, Fernando Canale escreveu um pequeno livro no qual ele defende que a compreensão que os ASD têm sobre Deus e a trindade, está baseada somente na Bíblia e não mesclada com a filosofia grega.
Finalmente em 1980 a Conferência Geral realizada em Dallas, votou as 27 crenças fundamentais dos ASD como aparecem no livro Nisto Cremos, dentre as quais está esboçada de forma clara, concisa e Bíblica a doutrina da trindade.
Um outro argumento que devemos apresentar àqueles que nos acusam de termos formalizado nossa apostasia como Igreja com o voto e a aceitação oficial da trindade em Dallas pelos ASD em 1980, é a seqüência histórica sobre a aceitação oficial da doutrina da trindade pelos ASD, que talvez os críticos não conhecem.
“O primeiro documento das crenças fundamentais dos ASD foi elaborado por Uriah Smith em 1872. Note que Smith era anti-trinitariano e neste período o pensamento da maioria era anti-trinitariano. Mas, assim mesmo houve fortes oposições e o documento não recebeu a aprovação oficial da igreja. Um segundo documento foi preparado em 1889, também por Uriah Smith. Como já estavam num estágio mais avançado de compreensão do assunto – veja a data – e Smith também tinha crescido, o documento agradou aos dois grupos: Os anti e os trinitarianos. O terceio documento de nossas crenças foi escrito por F.M. Wilcox em 1931. Este foi o primeiro documento a receber o status oficial da Igreja. Em 1946 a Conferência Geral em sessão geral votou que o documento de nossas crenças de 1931 somente poderia ser mudado em sessão da Conferência Geral. Sendo assim, o documento de Dallas foi o quarto documento produzido pelos ASD, mas foi o segundo a receber a aprovação oficial da Igreja.
Percebemos que temos a resposta para a pergunta formulada no começo deste breve histórico. Notamos claramente que a rejeição que eles tinham da doutrina da trindade, derivava de mão de Deus guiando-os para longe de uma doutrina da trindade mesclada com idéias pagãs. Hoje, após diversos passos na direção certa, podemos afirmar que os ASD não estão cumprindo a profecia da apostasia ômega por crerem na trindade. Mas, pelo contrário, temos visto a mão de Deus guiando seus líderes, estudiosos, escritores e administradores na compreensão mais clara a respeito da trindade com base estritamente bíblica. Louvado seja o Senhor por isso. Amém.
Ivanaudo B. Oliveira
Secretário USB












































