sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ódio satânico contra a Lei de Deus

Como podem pessoas que se dizem seguidores de Jesus demonstrarem um ódio tão grande pela lei de Deus, os dez mandamentos de Êxodo 20: 3 a 17.
Hoje em dia o mundo e as religiões estão viradas de cabeça para baixo. O mundo tem criado leis para que exista ordem na sociedade... Só um ingênuo para achar que as leis são para o nosso mal. Principalmente em se referir as leis de Deus...
Os evangélicos, por outro lado, tem pregado contra a lei de Deus. Por mais absurdo que se pareça...
O ódio contra os que guardam a lei de Deus é surpreendente. Nas palavras de um destes "crentes" (tá mais para incrédulos, mas, enfim...): "Vocês adventistas do sétimo dia, até no nome ficam nos acusando de não guardarmos a lei de Deus."
Chegamos ao tempo em que fazer o certo é considerado pelos "crentes" ímpios como se estivéssemos fazendo a coisa errada.
Em Isaías 42:21, texto messiânico que apresenta o Servo do Senhor e declara que o Messias viria para tornar a lei gloriosa, viria para engrandecer a lei.
Inacreditável né? Pois é... Isto é para se ver como são as coisas de Deus. Aquilo que para os homens carnais é loucura, para Deus é ser fiel.
Hoje, as coisas estão tão absurdas que se vê "crente" defendendo a homossexualidade, o nudismo, e mais um monte de heresias e estes mesmos consideram errado obedecer a Deus.
Para estes é coisa estranha falar a respeito da lei de Deus. Nas palavras do profeta Oséias (8:12):
"Escrevi para eles as grandezas da minha lei; mas isto é para eles como cousa estranha."
Satanás é o grande arquiteto deste comportamento. Ele é que suscita nos seus seguidores o ódio satânico contra os observadores da lei de Deus.
Apocalipse 12:17 fala do dragão que está IRADO contra os guardadores da lei de Deus.
Pena que muitos "crentes" seguem o dragão.
por Vanderlei Ricken

Nota: Eu, ainda, acrescento: este ódio pela Lei de Deus chega à beira da insanidade. Mas na verdade, o problema não está na Lei (Os Dez Mandamentos), mas somente no quarto mandamento que diz: “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo...” Êxodo 20:8
Quando os “evangélicos” afirmam que Jesus aboliu a Lei, eles querem, na realidade, afirmar que o cristão não precisa guardar o sábado como dia do Senhor. Eu afirmo: se Jesus aboliu a Lei então desonrar pai e mãe, matar, adulterar e roubar não é pecado, porque Tiago diz: “Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu pois não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei. Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade.” Tiago 2:10-12
Como diz o pensador: O santuário não seria nenhum problema para Satanás se não tivesse dois compartimentos [Santo e Santíssimo].
O Santíssimo não seria nenhum problema para Satanás se lá não tivesse a Arca do Concerto.
A Arca do Concerto não seria nenhum problema para Satanás se dentro dela não tivesse duas taboas de pedra contendo Os Dez Mandamentos.
A segunda taboa de pedra não seria nenhum problema para satanás se nela não tivesse o Quarto Mandamento.
Na realidade Satanás tem como alvo o Sinal de Deus, o Sábado, memorial da criação. Quando Deus criou o Sábado não havia pecado e nem judeu. Se o homem não tivesse cometido pecado estaria guardando o Sábado pela eternidade, como reconhecimento de que Deus é o Criador.
Satanás odeia a Deus, Satanás odeia o Sábado, Satanás odeia os guardadores do Sábado. A Bíblia confirma: “E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. Apocalipse 12:17

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O profeta do fim do petróleo

Peak oil. Com duas palavras curtas, o professor sueco Kjell Aleklett, da Universidade Upsalla, tentou sintetizar o fim de uma era: a do petróleo. A expressão criada por ele indicaria o momento em que a produção mundial de óleo e gás atingiria seu ponto máximo, a partir do qual começaria inevitavelmente a declinar. Aleklett, que veio ao Brasil participar de um fórum sobre energia, falou com exclusividade à DINHEIRO.

E disse que esse momento - o do peak oil - já aconteceu. "Pouco antes do crash financeiro do ano passado, quando a produção atingiu 87 milhões de barris/dia", diz Aleklett. O sueco afirma que foi essa explosão dos preços do petróleo, quando o barril chegou a US$ 150, que fez eclodir a crise das hipotecas imobiliárias norte-americanas. "O gatilho da inadimplência nos imóveis foi a perda de renda provocada pela alta da gasolina."

O achado semântico de Aleklett acabou se tornando um dos temas mais debatidos dos tempos modernos. A expressão peak oil já foi usada em discursos tanto pelo ex-presidente americano George W. Bush como pelo atual, Barack Obama. E uma busca rápida no Google indica mais de dez milhões de referências. Muitas delas apontam um futuro sombrio, em que a economia global teria de se ajustar bruscamente à escassez de energia. Fábricas sem produzir, casas no escuro, carros parados e os aviões no chão. Bem-vindos ao Apocalipse e a uma nova era de guerras - Aleklett diz que a invasão americana ao Iraque foi causada pelo peak oil.

Fábricas sem produzir, casas no escuro, carros parados e aviões no chão. O Apocalipse energético poderá ocorrer, segundo Kjell Aleklett, se o mundo não repensar o modelo econômico

professor sueco é também cético em relação ao futuro. Presidente da ASPO, Associação para os Estudos do Peak Oil, ele diz que os países terão de repensar todos os seus modelos econômicos, começando, evidentemente, pelos sistemas de transporte. "Se você imaginar a economia de um país como uma casa, a energia é a sua fundação", explica Aleklett. "E sem a fundação nenhuma casa fica de pé."

Num planeta que terá 9 bilhões de pessoas em 2050, ele avalia que simplesmente não haverá recursos naturais no mundo para suportar toda a demanda de energia - considerando, é claro, o modelo econômico atual. E mesmo as descobertas recentes de novos campos de petróleo, como o pré-sal brasileiro, seriam muito pequenas diante do desafio. "Se todas as estimativas mais otimistas se confirmassem, seriam apenas alguns anos a mais de sobrevida do petróleo", diz ele.

"Além disso, o custo e as dificuldades para extrair esse petróleo são muito maiores do que os dos campos atuais." Apesar do alerta, Aleklett não é totalmente pessimista em relação ao Brasil. Ao contrário, o professor sueco nos aponta como uma das nações mais preparadas para enfrentar um mundo com escassez de petróleo. Especialmente em função da diversificação da matriz energética e do crescente uso de etanol nos veículos.

"O poder no século XXI pertencerá aos países em condições de buscar auto-suficiência em dois campos: energia e alimentos", diz Aleklett. "E hoje eu vejo apenas dois países nessa situação: Brasil e Rússia". O professor enfatiza a questão alimentar porque o principal insumo utilizado pela agricultura é justamente o petróleo. Portanto, a sociedade industrial moderna terá de repensar não apenas o modelo das cidades e dos transportes, como também da própria produção de alimentos.

Aleklett acredita tanto na sua própria teoria que decidiu apostar nela suas próprias economias. Embora tenha uma vida típica de classe média, ele tem ganho algum dinheiro com palestras e seminários ao redor do mundo. "Tudo que me sobra eu decidi alocar em ações de empresas da Rússia e do Brasil", diz ele. "Foi a melhor decisão de investimentos que eu já tomei." Na semana passada, o blog do professor sueco discutia uma nova previsão sobre os preços do petróleo feita pelo primeiroministro da Rússia, Dimitri Medvedev.

Segundo o chefe do Kremlin, o barril voltará rapidamente à cotação internacional de US$ 150. "A redução dos investimentos provocada pela crise já está semeando a nova disparada dos preços do petróleo", diz Aleklett. E no mundo traçado pelas previsões sombrias do peak oil, esse preço talvez esteja bem longe de representar o pico de valorização do barril. Há quem fale até em preços ao redor de US$ 500. Dias atrás, na Malásia, o presidente mundial da Shell, Jeroen van der Veer voltou a alertar para o próximo ciclo de disparada do petróleo, caso a economia mundial volte a crescer.
Leonardo Attuch

Ah! Que dia! Porque o Dia do Senhor está perto e vem como assolação do Todo-Poderoso. Joel 1:15.
As profecias que o grande Eu Sou tem dado em Sua Palavra, unindo elo com elo na cadeia dos acontecimentos, da eternidade no passado à eternidade no futuro, dizem-nos onde estamos hoje na sucessão dos séculos, e o que se pode esperar no tempo por vir. Tudo o que a profecia tem predito que haveria de acontecer, até o presente, tem tomado lugar nas páginas da História, e podemos estar certos de que tudo quanto ainda está por suceder será cumprido no seu devido tempo.
Hoje os sinais dos tempos declaram que estamos no limiar de grandes e solenes eventos. Tudo em nosso mundo está em agitação. Ante nossos olhos cumprem-se as profecias do Salvador, de acontecimentos que precederiam Sua vinda. "E ouvireis de guerras e de rumores de guerra... Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares." Mat. 24:6 e 7.
O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer - que o mundo está no limiar de uma crise estupenda.
A Bíblia, e a Bíblia só, permite uma visão correta dessas coisas. Nela estão reveladas as grandes cenas finais da história de nosso mundo, acontecimentos que já estão lançando suas primeiras sombras, o som de cuja aproximação fazendo tremer a Terra, e o coração dos homens desmaiando de terror. Profetas e Reis, págs. 536 e 537.
Homens e nações estão sendo hoje testados pelo prumo na mão dAquele que não erra. Todos estão por sua própria escolha decidindo o seu destino, e Deus está superintendendo a tudo para a realização dos Seus propósitos. Profetas e Reis, pág. 536.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Por que os Adventistas não devem beber Coca-Cola. Artigo Revisado

Por que os Adventistas não devem beber Coca-Cola. Artigo Revisado

Nota: Li este artigo sobre refrigerantes cafeinados. Acredito que aqueles que professam a fé adventista devem ter consciência da nossa responsabilidade de pregar e viver a reforma da saúde. Inclusive, concernente a questão da cafeína, é mais do que sabido do efeito dela na mente. O Espírito Santo só pode operar transformação em nosso caráter por meio de uma mente limpa. Satanás se alegra com aqueles que, por meio da intemperança, bloqueiam a ação de Deus em nosso ser. Leia este artigo e tire sua própria conclusão.

Série O Sétimo Dia 1 Parte 1 de 3

Conflito Cósmico. A Origem do Mal ( parte 1 / 4 )

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Terremotos sinais do fim?












Alguns cientistas afirmam que o aumento na quantidade de terremotos não pode ser relacionado com o sinal do fim do mundo, porque o aumento é aparente, pois diz respeito apenas à percepção dos eventos por acontecerem em áreas atualmente mais povoadas que no passado. Mas se analisarmos somente os grandes terremotos dos últimos dez anos em áreas povoadas vamos perceber claramente o aumento.

Mortes estimadas
em terremotos
2010 - 223.542*
2009 - 1.787
2008 - 88.011
2007 - 712
2006 - 6.605
2005 - 82.364
2004 - 228.802
2003 - 33.819
2002 - 1.685
2001 - 21.357
2000 - 231

• Fonte: US Geological Survey National Earthquake Information Center
* Até 1º de março de 2010


Nova pesquisa compilada pelo cientista australiano Dr. Tom Chalko mostra que a atividade sísmica global é, atualmente, cinco vezes mais poderosa do que era há 20 anos atrás.
O estudo comprova que a capacidade destrutiva de terremotos na Terra aumenta de forma assustadoramente rápida e que essa tendência deverá continuar, a menos que o problema do “aquecimento global” seja tratado com urgência.
A análise de mais de 386.000 terremotos, ocorridos entre 1973 e 2007, registrados no banco de dados do US Geological Survey, provou que a energia anual global de terremotos começou a aumentar muito rapidamente desde 1990.
Dr. Chalko disse que a atividade sísmica mundial está aumentando mais rápido que qualquer outro indicador do aquecimento global na Terra e que este aumento é extremamente alarmante.
“O maior perigo ambiental que enfrentamos na Terra pode não ser a mudança climática, mas o aumento rápido e sistemático da atividade tectônica, vulcânica e sísmica”, disse o Dr. Chalko.
“O aumento anual da energia dos sismos é o sintoma mais forte até o momento do aquecimento planetário”.
“Medições feitas pela NASA a partir do espaço confirmam que a Terra absorve pelo menos 0,85 MegaWatts/Km² mais energia do Sol do que é capaz de irradiar de volta para o espaço. Este desequilíbrio térmico significa que o calor gerado no interior do planeta não pode escapar e que pode ocorrer um superaquecimento do mesmo. O aumento das atividades sísmicas, tectônicas e vulcânicas é uma consequência inevitável do desequilíbrio térmico observado no planeta,” disse Dr. Chalko.
Dr. Chalko tem conclamado outros cientistas no objetivo de aumentar a consciência internacional sobre o rápido aumento na atividade sísmica, salientando que este aumento não é teórico, e sim um Fato Observável.
“A menos que o problema do aquecimento global (o desequilíbrio térmico persistente da Terra) seja tratado com urgência e de forma abrangente – o rápido aumento na atividade sísmica, tectônica e vulcânica mundial continuará ocorrendo. As conseqüências da omissão só poderão ser catastróficas. Não há tempo para meias medidas “.
Texto Original: http://www.cbsnews.com/stories/2008/06/18/tech/main4191556.shtml

Quando Jesus disse que haveria grandes terremotos Ele estava se referindo especificamente às áreas perceptivas ao sinal. "E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu." (Lucas 21 : 11) A destruição do mundo não se dará por eventos naturais. A Bíblia nos diz que quando Jesus voltar este mundo será destruído e depois do Milênio será recriado para eternidade. Os eventos naturais foram usados para demonstrar a proximidade da vinda de Jesus. Não podemos duvidar, Jesus está voltando! Você está preparado?

quinta-feira, 4 de março de 2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010