quinta-feira, 2 de abril de 2009

Sagrado com Profano


Deu no G1 Notícias: “O autoproclamado fã número 1 do Iron Maiden mora em um sobrado humilde no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Fanático pelos metaleiros desde a década de 1980, Marcos Motolo, 36, diz ter feito 172 tatuagens da banda por todo o corpo e, como se o feito não bastasse para provar sua devoção, ainda registrou o filho de dez anos como Steve Harris em homenagem ao lendário baixista do grupo. Mas, da turnê recente do Maiden pelo país... Motolo conta que não conseguiu ver nenhum show. Estava ocupado demais pregando a palavra de Cristo como pastor evangélico. (...)

“Convertido há apenas quatro anos, Motolo não vê problemas na mistura do sagrado e do profano. ‘O interessante é você saber diferenciar cultura de religião. Se a pessoa é evangélica e toca numa banda de rock, ela não precisa parar de tocar. Mesmo que [a banda] fale de Satã. Aquilo é a profissão dela, lá ela é empregada’, defendeu o pastor e missionário... ‘Se a pessoa souber curtir o heavy metal ou qualquer coisa, pode ser até funk ou futebol, sem se envolver em coisas que destruam sua saúde, é bom.’ (...)

“À primeira vista pode parecer estranho, mas a aproximação entre o rock pesado e os movimentos cristãos não é novidade. Não fosse pelas letras de louvor a Jesus, a banda australiana de white metal Mortification poderia ser facilmente confundida com o Sepultura. No Brasil, há bandas de rock evangélicas como a Oficina G3 e uma igreja dedicada especialmente a acolher tatuados, roqueiros e surfistas convertidos, a Bola de Neve Church. Até o performático Alice Cooper, um dos pioneiros em levar o horror aos palcos, investiu recentemente parte de seu dinheiro na construção de um centro cristão de reabilitação de jovens na cidade de Phoenix, no Arizona. (...)”

A matéria conta que a fixação de Motolo pelo Iron Maiden começou ainda na infância, quando lia a revista Bizz. “A idolatria incluía até leituras ‘satânicas’, sempre à procura das referências citadas nas músicas do Maiden, do bruxo Aleister Crowley às obras do escritor de horror HP Lovecraft. ‘Eu entrava em cemitério de noite, via filme de terror, subia na caixa d’água da escola para ver o Sol nascer. Tudo o que era proibido agradava. Mas eram peraltices que não eram agressivas. Eu preferia entrar no cemitério ou subir em caixa d’água do que colocar uma arma na cintura e sair por aí matando. A gente não agredia ninguém. Se viesse a ter algum mal, seria contra nós mesmos’, justifica.”

Motolo diz que teve uma visão e foi convidado pela irmã, também evangélica, para dar seu testemunho na igreja. Ali Motolo diz ter se convertido. “Eu nunca tinha lido a Bíblia na minha vida. A partir daquele momento a Bíblia inteira apareceu na minha mente. Eu não leio a Bíblia, nunca li. Eu abro a Bíblia e Deus me revela o que aconteceu na vida de qualquer pessoa ali dentro.”

Nota: O que esperar de um “pastor” que não lê a Bíblia e acredita que se pode manter contato com Satã por pura diversão ao mesmo tempo em que se prega a Palavra de Deus? Pior é que há muita gente que dispensa o estudo da Bíblia (a suprema revelação de Deus) e dá mais crédito a visões e sonhos, por mais estranhos e antibíblicos que sejam. Sem o conhecimento da Palavra, fica fácil ser enganado por falsas doutrinas, crenças e “revelações”. Outra coisa: o rock nasceu nos tambores vodus, cujo ritmo fortemente percussivo era usado para facilitar o contato com os “espíritos”. Como se pode adicionar letra “gospel” num estilo musical profano e esperar que o resultado seja louvor a Deus?[MB]

“Ninguém pode servir a dois senhores: ou odiará a um e amará o outro, ou preferirá um e desprezará o outro” (Mateus 6:2). “Que comunhão há entre a luz e as trevas?” (2 Coríntios 6:14).

Fonte: Michelson, www.criacionismo.com.br

sexta-feira, 27 de março de 2009

Jeová é Jesus?

Alguns dias atrás, quando eu estava saindo de casa, fui abordado por um jovem (aparentava uns 15 anos de idade), que me entregou um folheto com o chamativo título: “Quem é Jeová?“.
O jovem, e seu companheiro (de uns 10 anos de idade) - assim como o folheto - são membros de uma denominação religiosa conhecida como “Testemunhas de Jeová“.
Uma das coisas que admiro nos “TJs” é esta disposição em fazerem um trabalho missionário persistente, de casa-em-casa e em duplas (nunca sozinhos). Já li alguns comentários de ex-integrantes desta denominação alegando que este “espírito missionário” dos TJs é fruto de uma intensa “lavagem cerebral” feita por parte dos dirigentes, para que os membros distribuam as literaturas preparadas pela “Torre de Vigia” (editora da denominação).
Mas… isso não tira a minha admiração por vê-los tão ativos no esforço de fazerem a sua mensagem peculiar (e sectária, segundo alguns críticos). Tenho amigos TJs, e sei que a grande maioria é de pessoas sinceras em sua fé, e que fazem o trabalho missionário com amor e dedicação.
O folheto que recebi despertou o meu desejo de colocar novamente aqui no blog uma postagem que tratasse do tema da Pessoa de Jesus, que, na visão dos Testemunhas de Jeová, não é Divino da mesma forma como o “Pai”.
Quem é Jeová?
O “nome” de Deus aparece pela primeira vez em Gên. 2:4, que diz:
“Esta é a gênese dos céus e da terra quando foram criados, quando o SENHOR Deus os criou“.
A palavra que, em nossa língua, foi traduzida por “SENHOR”, aparece no texto original hebraico da seguinte maneira:
HWHY
Em português, seria YHWH (escrito da equerda para a direita). Um fato curioso a se observar é que o hebraico antigo (conforme foi escrito o livro de Gênesis) não possuía vogais, as quais foram colocadas séculos depois por um grupo de escribas chamados de “massoretas”.
Mas, como se pronuncia uma palavra sem vogais? Tente pronunciar o “tetragrama” acima e você verá como é difícil. Devido a esta dificuldade, e com o temor de pronunciarem o nome do Senhor em vão e de forma errada, os hebreus não o pronunciavam. Quando eles liam o texto bíblico e se deparavam com o tetragrama (YHWH), eles pronunciavam outro nome de Deus: Adonai (cf. Prov. 30:10). Com o tempo, a pronúncia correta do nome de Deus (YHWH) se perdeu.
Posteriormente, quando os massoretas foram colocar as vogais no texto bíblico, eles colocaram no tetragrama as vogais de ADONAI, fazendo com que a pronúncia ficasse parecida com o que hoje conhecemos em português por JEOVÁ. Mas, a bem da verdade, não podemos “bater o martelo” e dizer que este é o verdadeiro nome de Deus, porque, como disse antes, não se sabe como este era pronunciado originalmente.
Portanto, uma denominação que se apega a este nome “aportuguesado” (Jeová) para condenar as demais que não usam este título em sua identificação, não tem uma base muito sólida para sustentar suas declarações dogmáticas.
Jesus é “Jeová”?
Um outro ponto característico da doutrina dos TJs é o fato de que eles não crêem que Jesus é Deus, ou seja, na teologia Jeovista, Jesus é um “deus” menor em relação ao Pai. Para ver isto, basta dar uma lida nos primeiros versos do Evangelho de João, na versão Novo Mundo, editada pela Torre de Vigia.
“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era [um] deus. Este estava no princípio com o Deus.
Todas as coisas vieram à existência por intermédio dele, e à parte dele nem mesmo uma só coisa veio à existência” (João 1:1-3).Fonte: Site Oficial da Torre de Vigia
É uma interpretação estranha para um grupo que é radicalmente contra a Trindade (aliás, muitos dos argumentos dos antitrinitarianos “adventistas” são extraídos das publicações dos TJs), por alegar que esta é uma crença politeísta (mais um equívoco da parte deles). Dizer que Jesus é “um deus” menor que o Pai, isso sim, é politeísmo explícito!
A Bíblia é muito clara em dizer que Jesus é tanto Deus quanto o Pai e o Espírito. E o mais “curioso” é que a Bíblia coloca sobre Jesus o cumprimento das profecias e declarações veterotestamentárias sobre o próprio YHWH (”Jeová”). Vejamos…
O fato de Jesus ser mais do que humano é indicado ainda pelos títulos que Lhe foram atribuídos: “Senhor” (Atos 2:36); “Deus” (Jo. 20:28); “Eu Sou” (Jo. 8:58, conf. Êx. 3:14). Agrega-se a isso o fato de haver, na Bíblia, inúmeras referências à Sua preexistência (Jo. 8:58; Col. 1:16; Heb. 1:2; etc.), pressuposta pela própria realidade da encarnação. E, se Jesus não tivesse poder divino, jamais poderia ter dito “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo. 11:25); “Eu tenho autoridade para dar a minha vida, e a autoridade para tornar a tomá-la” (10:18); ou, então, “Quem me vê, vê o Pai” (14:9).
A divindade de Jesus pode ainda ser atestada nos seguintes aspectos:• Sua autoridade - Mat. 7:28-29; Jo. 5:16-18;• A adoração que recebeu - Mat. 26:16-20; Jo. 9:35-38;• Seus requerimentos - Jo. 10:27; 11:25; 14:1;• Sua unidade com o Pai - Jo. 10:30;• Seu poder de ler o coração dos homens - Mar. 2:6; Jo. 2:23-25.
Outras Declarações Impressionantes:
Isa. 9:6 (O Messias seria o Deus Forte) - Jesus foi o Messias.Jo 5:18 (Jesus assumia ser igual a Deus)Jo 20:28 (Tomé reconhece Jesus como Senhor e Deus)At 2:36 (Deus fez de Jesus, Senhor Cristo)At 3:15 (Jesus é o Autor da vida) - E sabemos que Deus é este Autor.Rm 9:1, 5 (Jesus é o Deus bendito)Fp 2:5-7 (Jesus tinha a forma de Deus) - o termo usado é MORPHE - uma cópia “exata.Col. 2:9 (toda a plenitude da Divindade estava com Ele)Tt 2:13 (grande Deus e Salvador)2Pe 1:1-2 (Pedro reconhece Jesus como Deus e Salvador)1Jo 5:20 (Jesus é o verdadeiro Deus)
“Curiosidades”
A Bíblia diz que a “voz que clamava no deserto” viria preparar o caminho de “Jeová” (Is 40:3).E o caminho de Quem João Batista preparou? (Mt 3:3)Portanto, JEOVÁ = JESUS
As Escrituras dizem claramente que “Deus” seria vendido por 30 moedas (Zc 11:13).E na vida de Quem isso se cumpriu? (Mt 26:15; 27:9)Portanto, DEUS = JESUS
Conclusão
O título do folheto que recebi indagava: “Quem é Jeová?”.Pois bem, a resposta é uma só:JESUS É JEOVÁ!
“Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1João 5:12).

Pr.Gilson Medeiroshttp://prgilsonmedeiros.blogspot.com

domingo, 15 de março de 2009

Mudança de Vida

"As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;" (João 10 : 27)


E Pedro começou a dizer-lhe: Eis que nós tudo deixamos, e te seguimos.E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho,Que não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições; e no século futuro a vida eterna.Porém muitos primeiros serão derradeiros, e muitos derradeiros serão primeiros. (Marcos 10:29-31)

sexta-feira, 13 de março de 2009

Adolescentes em Crise

Polícia mostra nesta sexta-feira (13) arsenal com armas químicas e de fogo encontrado na casa de um adolescente de 17 anos na cidade alemã de Schwelm. Segundo a polícia, o garoto anunciou que atacaria uma escola. Ele foi enviado a tratamento psiquiátrico. O caso ocorre dois dias depois que um adolescente também de 17 anos atacou uma escola na cidade alemã de Winnenden, matando 15 pessoas antes de, segundo a polícia, se matar. (Foto: AP)
A sociedade moderna aproxima-se rapidamente da condição do mundo antes do Dilúvio. À medida que as crianças se tornam jovens, e os jovens atingem a idade adulta de homens e mulheres, eles estão ficando cheios de auto-suficiência, amadurecendo rapidamente no conhecimento do mal. ... Os jovens de hoje são educados no crime lendo as narrativas que enchem as publicações populares. Não tendo consideração pelo que é correto porque é correto, ao lerem histórias de roubo, homicídio e todas as outras espécies de crime, eles são levados a imaginar formas de superarem os métodos dos criminosos, livrando-se assim de serem apanhados. Sórdidas publicações [Filmes, Games, Pornografia e etc.] ajudam a completar a educação dos jovens no caminho que conduz à perdição. Os jovens de nossas cidades respiram na infetada e poluída atmosfera do crime; a má influência é então comunicada ao campo, e toda a comunidade fica contaminada. Alguns dos governantes da Terra não são homens de valor moral. Eles não têm nenhum desejo de impedir a publicação dessa sórdida literatura que aumenta ano a ano e alimenta a paixão pelo crime e o mal. Histórias da vida de criminosos, como as que se encontram nos jornais diários, e pretensas revelações do futuro são encaradas como realidades. ... Cristo viu o conflito que se aproxima e recomendou que vigiemos e oremos, para não entrar em tentação. Advertiu-nos de que "assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do homem. ... Assim será no dia em que o Filho do homem Se manifestar." (EXALTAI-O, 354)
Será que estamos vivendo nestes dias? A imoralidade e violência crescem a cada dia de maneira assustadora. Até mesmo professos cristãos têm praticado monstruosidade sem precedentes. Isto é mais um sinal de que estamos vivendo nos dias finais deste mundo.

Crise Financeira

A crise financeira vem fazendo vítimas pelo mundo. O número de bilionários caiu de 1.125 para 793, com 373 saindo da lista. Destes, só 18 foi por morte e 41 entraram na lista. Uma redução de 30%. Entre os que restaram bilionários, houve um empobrecimento médio de 23% de 2008 para 2009. O total das perdas foi de US$ 2,4 trilhões. Só o bilionário Bill Gates perdeu US$ 18 bilhões. Quem mais perdeu foi o empresário indiano Anil Ambani. Ele perdeu US$ 32 bilhões, 76% de sua fortuna.

As pessoas da classe média já estão perdendo o lugar onde morar. Nos Estados Unidos, pessoas que no ano passado adquiriram carro novo hoje estão morando em terreno invadido, em baixo de uma tenda de lona. E sem ter dinheiro para comprar comida. E suas casa, tomadas pelos bancos estão vazias. Estamos vivendo nos últimos dias da história deste mundo.
Aos que amontoaram riqueza para os últimos dias, o Senhor declara: "As vossas riquezas estão apodrecidas, e os vossos vestidos estão comidos da traça. O vosso ouro e a vossa prata se enferrujaram; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e comerá como fogo a vossa carne." Tia. 5:2 e 3.
Deus deseja que escolhamos o celestial em vez do terreno. Abre-nos as possibilidades de uma inversão celeste. Deseja prover encorajamento para nossas mais elevadas aspirações e segurança para nosso mais dileto tesouro. Declara: "Farei que um homem seja mais precioso do que o ouro puro e mais raro do que o ouro fino de Ofir." Isa. 13:12. Quando forem consumidas as riquezas que a traça devora e a ferrugem corrói (Mat. 6:19), os seguidores de Cristo poderão rejubilar-se em seu tesouro celeste, em suas riquezas imperecíveis. (EGW -PJ, 374)
Para aqueles que estão acomulando suas riquezas no reino celestial não terão que perder as esperanças, mas terão a certeza da vitória.


Fontes: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,crise-fez-numero-de-bilionarios-do-mundo-diminuir,337449,0.htmhttp://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1039455-16020,00-CRISE+FINANCEIRA+LEVA+AMERICANOS+A+MORAR+EM+BARRACAS.html

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Polêmica do Holocausto

O monsenhor britânico Richard Williamson, tempos atrás, criou uma polêmica intrigante: ele nega que tenha ocorrido o holocausto, ao menos não nas dimensões que se divulga. Isso ofendeu por demais o povo alvo, os judeus. Mas o pior é que Richard era um sacerdote da Igreja Católica. João Paulo II o havia excomungado porque foi sagrado de forma ilícita, ou seja, por outro sacerdote já excomungado.
“Dom Williamson é conhecido por suas opiniões polêmicas, nega os números inflados de judeus mortos durante a Segunda Guerra Mundial. Ele exprimiu essas opiniões em várias ocasiões. Defende publicamente a veracidade dos "Protocolos dos Sábios de Sião", e que os atentados de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos foram perpetrados pelo próprio governo americano, crê numa conspiração mundial judaico-maçônica.”
Até aí, o homem já é mal visto por muitos. Para piorar, o papa Bento XVI, surpreendentemente, tomou uma decisão que arrepiou os judeus: de reabilitar esse que negou o holocausto à comunhão da igreja. Evidentemente os judeus se posicionaram firmemente nessa questão, e sua autoridade maior na Alemanha chegou a cortar relações com o Vaticano. A reabilitação foi vista como um brinde às suas idéias polêmcias.
Imagine o diálogo religioso sem os judeus, dos quais CRISTO veio ao mundo, embora eles não O reconheçam. Os judeus guardam o sábado, é o trunfo da Igreja Católica é levá-los a guardar o domingo, coisa que está a caminho. Os judeus são fator importante para tentar derrubar a santificação do sábado no mundo todo. A Igreja Católica fará qualquer coisa para não perder a ligação com eles. E eles, por sua vez, querem aliar-se ao poderio do Vaticano, pois também apreciam o poder. Há interesses mútuos em andamento, atraindo as duas religiões.
Mas o que houve? Simples, o papa, um homem ‘infalível’, falhou mais uma vez. Como diz um artigo de jornal, escrito por Mário Soares, ex-presidente de Portugal, atualmente empenhado pelo diálogo inter-religioso, sob o título “papa e suas gafes”, esse papa já cometeu três gafes grandes. Primeiro ele ofendeu o islã num discurso que fez na Universidade alemã de Ratosbona, chamando-os de desumanos. Depois ele beatificou mártires da Guerra Civil Espanhola, acolheu só os franquistas, e desagradou os republicanos (veja só). Agora ele resolveu levantar a excomunhão do monsenhor Williamson, e mais outros três bispos integristas. Estes são discípulos do cardeal francês Lefebvre, excomungado depois do Concílio Vaticano II. Uma pergunta que surge: como um homem perfeito, infalível, comete tantos erros? Hans Küng, famoso teólogo católico acrescenta mais uma gafe. Ratsinger disse que os protestantes não tem a verdade, e não podem salvar os seres humanos, uma ofensa grave, também já esquecida em nome do diálogo inter-religioso. Esse teólogo, respeitado no mundo todo, chegou a pedir a renúncia do papa após mais esse mal estar criado por ele.
A polêmica chegou ao ponto de irritar Ângela Merkel, chanceler alemã. Ela posicionou-se fortemente para que o Vaticano esclarecesse de uma vez por todas se pactua ou não com a negação do holocausto. Merkel tem poder para falar assim, afinal, ela administra uma das maiores potências econômicas do mundo, e é forte defensora do diálogo inter-religioso. Com tanto peso a favor dos judeus, o que mais faria o Vaticano senão voltar atrás? Foi o que fez hoje.
Curioso mesmo foi o esclarecimento da Secretária de Estado do Vaticano, dizendo que Bento XVI desconhecia a história anterior do monsenhor Williamson. Ora essa! Naquela vez a repercussão da declaração do monsenhor foi avassaladora. Foi notória em jornais do mundo todo. E afinal quem reabilita nem olha para os motivos da excomunhão? O papa não tem assessores? E, ele não é infalível? Pois babilônia está errando muito, e de modo um tanto grosseiro, ofendendo até os aliados.
Agora que o papa voltou atrás, imediatamente, no mesmo dia os judeus responderam: já há condições de continuarmos o diálogo inter-religioso. É sinal que eles querem esse diálogo. Para esse fim, esquecem até que foram severamente perseguidos na Idade Média, que quase foram eliminados da existência por perseguições ao longo de mais de um milênio. Conseguem esquecer tudo para aliarem-se com o poder, e formarem uma coalizão com satanás contra o povo de DEUS.
Por: Prof. Sikberto R. Marks

Fontes: http://dn.sapo.pt/2009/02/03/opiniao/irresponsabilidade_e_vergonha.html
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=4D0E49DC-8315-40F5-82D0-44438C3794D3&channelid=00000091-0000-0000-0000-000000000091
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,ong-judaica-alema-elogia-recuo-do-vaticano,318365,0.htm
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL980937-5602,00-TEOLOGO+PEDE+A+RENUNCIA+DO+PAPA+APOS+REABILITACAO+DE+NEGADOR+DO+HOLOCAUSTO.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Williamson

domingo, 18 de janeiro de 2009

Precisava Bush para eleger Obama

O que George Bush deixa para seu país e para o mundo, como legado, depois de oito anos na direção do mais poderoso país do mundo? Guerras? Terrorismo? Combate ao terrorismo? Crise econômica? Militarização?
Nada disso que supere em importância o seu principal legado: ele foi tão ruim que abriu as portas para o povo americano protestar nas urnas, e eleger um homem inimaginável: Barack Hussein Obama. Com o perfil que Obama possui, sem o perfil político de Bush, ele jamais seria eleito.
Isso parece indicar que a história do mundo agora vai mudar. Os Estados Unidos mudaram, e foi uma mudança radical, vinda do povo americano, em massa. Eles colocaram no posto de poder mais importante do mundo, um homem aceito pelo mundo inteiro. Os Estados Unidos saem mais poderosos sobre o mundo nessa eleição que da Segunda Guerra Mundial. Eles saem mais importantes sobre o mundo, para definir as decisões essenciais no mundo, como nunca antes. Agora sim, esse país tem o poder máximo. Agora, além do poder militar, tem também o poder político, um homem eleito pelo povo americano e aclamado pelo mundo. Agora sim, uma aliança religiosa faz sentido para tornar os Estados Unidos uma segunda besta eficaz do Apocalipse capítulo 13.
Obama pode fazer o que quiser, uma vez que seja do agrado do mundo. E o mundo quer o que as profecias bíblicas estão indicando há séculos: unidade geral pelo sucesso econômico global. E ele parece esperto para se revestir de ainda mais poder e conseguir ser o líder da Globalização da economia. Vamos ver quais serão os seus primeiros atos como presidente, nesse sentido. Vamos ver se ele vai surpreender, ou se vai decepcionar.
Para decepcionar ele precisa seguir a trilha de Bush. Definitivamente não aprece ser essa a tendência. Para surpreender, ele, com sua equipe, precisa tomar medidas que indiquem uma retomada do crescimento econômico nos Estados Unidos e no mundo, e precisa tratar de conseguir alguns avanços na questão palestina bem como no Iraque. Essas são atualmente as vitrines no mundo para ver o que o presidente americano é capaz de fazer, nesses dois casos, e nos demais casos que interessam ao mundo. No mais, ele precisa manter um diálogo produtivo com os políticos oposicionistas de Bush bem como com os demais.
Os primeiros meses nos dirão se esse homem vai ser um elemento prático para um significativo avanço no cumprimento das últimas profecias. Por enquanto tudo indica que sim.

Postado em: 16/01/2009
http://www.cristovoltara.com.br/
Prof. Sikberto R. Marks

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Por que sofremos?

Sob o sol quente do deserto da Arábia Saudita, a voz de um capelão soa através de filas e mais filas de soldados em uniforme de camuflagem. "A morte nunca é justa", disse ele. Ao seu lado, em cima de uma mesa, há um capacete e um par de botas de combate que representam o homem que eles vieram prantear. Mais tarde, um pouco antes do toque de recolher, o primeiro sargento fez a chamada. Quando chegou num nome, ele chamou três vezes, "Cabo Riggs? Cabo Riggs? Cabo Riggs?" Mas não houve resposta. O bravo soldado que havia sobrevivido a sete meses de "Escudo no Deserto" e "Tempestade no Deserto", viveu menos de 24 horas depois de voltar para casa em Detroit. Ele fora assassinado na rua, a sangue frio, ceifado na plenitude da vida."A morte nunca é justa", disse o capelão. E suas palavras deixaram muitos se perguntando
- por quê? Se Deus está governando dos céus, por que então tantas coisas parecem tão injustas aqui na Terra?O cabo do exército Anthony Riggs era muito estimado entre os homens da Bateria Delta, que haviam sido designados para abater mísseis Scud sobre o deserto da Arábia. Ele era amigável e muito trabalhador. Seus amigos o chamavam de "Lâmpada Elétrica". Seu batalhão disparou mais mísseis Patriot do que qualquer outro no cenário saudita e recebeu crédito por 20 acertos. Anthony se preparou bem para a ação. Na noite do ataque mais pesado dos mísseis Scud, um oficial superior o viu de pé no topo de um lançador, gritando para os homens que estavam embaixo ajudando-o a recarregar: "Vamos! Mexam-se"!"Lâmpada Elétrica" não sabia o que era correr para o abrigo. Ele tinha uma dose especial de confiança. Em uma de suas cartas para casa ele escreveu, "De maneira alguma eu morrerei neste país. Com a graça do Senhor e Sua orientação, eu voltarei a andar em solo americano."Para Anthony, confiar em Deus não era apenas um reflexo na dificuldade. Ele fizera parte de um grupo vocal evangélico nos Estados Unidos. E seu pastor se lembrava dele como um homem afetuoso e gentil. Ele disse que Anthony era o tipo de pessoa que enfrentava seus desafios encarando-os alegremente".Bem, Anthony Riggs sobreviveu à guerra, e foi bem-vindo ao país como um de seus heróis.Um dia após a noite de seu regresso, ele começou a carregar uma perua alugada com os pertences de sua esposa. Traficantes de drogas haviam se mudado para sua vizinhança, no nordeste de Detroit. Anthony planejava levar sua esposa e a enteada Amber para um lugar melhor nos subúrbios.Naquela noite ele brincou com Amber e depois tirou um cochilo. Por volta de duas da manhã, ele estava tentando recuperar o tempo e resolveu levar a última carga para a perua. Um pouco depois cinco tiros foram ouvidos. Um vizinho correu para fora e o encontrou estatelado no chão com a cabeça contra a calçada. Anthony Riggs tentou respirar, tossiu e então morreu na escuridão. A polícia isolou o local na entrada da rua Conley.Foi um ato trágico, sem sentido. Ali estava um homem que havia lutado bravamente nos campos de batalha; ele havia sobrevivido à chuva de mísseis Scud que caíam à noite. Ele havia demonstrado ser um jovem responsável, trabalhador, com um futuro brilhante. Ele parecia ser um cristão sincero.E muitas pessoas perguntavam, por que ele, dentre todos? Por que Anthony Riggs? Parecia não haver uma boa resposta para aqueles tiros disparados na escuridão. E há tantos outros que se vão e que nos deixam com a mesma pergunta: por quê?Vemos crianças sendo consumidas pela leucemia e perguntamos: por quê? Vemos famílias temendo por suas vidas por causa de pais alcoólatras e perguntamos: por quê? Vemos corrupção, fome, opressão, e nos indagamos: Se Deus é bom, por que este mundo é tão mau? Se Deus ama realmente Seus filhos, por que tantos sofrem terrivelmente?Gostaria de partilhar com você uma resposta muito importante para essa pergunta. Não é a resposta completa, mas faz sentido, e é algo que geralmente é omitido.Eu acredito que uma certa parábola que Jesus contou nos ajudará a compreender a origem dos infortúnios do homem.O Mestre falou sobre um campo que foi lavrado e preparado perfeitamente para a semeadura. E Ele descreve um homem bom que plantou a semente no campo e esperava uma colheita abundante.Mas algum tempo depois um servo descobriu que joio inútil havia aparecido junto ao trigo, e levantou a seguinte pergunta:"...Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio"? (Mateus 13:27) Amigo, esta é a pergunta que todo ser humano enfrenta em algum momento na vida. Se Deus é bom, se Ele criou este mundo para florescer para Seus filhos, por que vemos tantas tragédias? Na parábola, Jesus diz que o patrão teve uma resposta simples. Ele disse, "Um inimigo fez isso".De onde vem o sofrimento? De onde vêm a doença, a tristeza e a angústia?A resposta de Jesus é: "Elas não apareceram por causa do dono do campo, ele plantou boa semente. Ele não semeou doença e sofrimento e morte. Foi um inimigo, um inimigo de Deus e do homem que veio durante a noite e espalhou sua semente da destruição.A Bíblia claramente identifica esse inimigo como Satanás, um ser que se rebelou contra Deus e desencadeou todo o problema do pecado. Nas Escrituras, o diabo não é apenas uma figura de contos de fada, que voa ao redor com um garfo. Ele é um ser bem real, que causa tragédias bem reais.Mas como foi que tudo começou? Na realidade, o profeta Ezequiel nos dá uma visão da queda de Satanás ao descrever um certo rei arrogante. O capítulo 28 de Ezequiel fala de um ser que era "o sinete da perfeição, cheio de sabedoria". Ele fora ordenado "o querubim da guarda" que andava no brilho das pedras "no monte santo de Deus". Mas alguma coisa aconteceu com esse poderoso anjo conhecido como Lúcifer. Veja o que aconteceu: "Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor..." (Ezequiel 28:18).O orgulho fez Lúcifer tropeçar no céu. Por quê? Foi Deus responsável por algum defeito em seu caráter? Não. Ezequiel se refere a esse anjo como "perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado".O que Deus fez foi criar seres com a capacidade de escolha. Deus não queria seres angelicais que LHE obedecessem só porque eram forçados a isto. Ele não queria robôs marchando pelo céu com as cabeças erguidas e ombros para trás, dirigidos por algum centro de controle cósmico. Deus queria que a adoração fosse livre, vinda de corações amorosos, de inteligências que apreciassem Seu caráter. Aqui está o problema. Se os indivíduos realmente têm o direito de escolha, então eles podem fazer escolhas erradas. Eles podem decidir não amar a Deus.E foi justamente o que Lúcifer fez. Ele se encheu de orgulho, começou a invejar o poder de Deus, e instigou uma rebelião. O profeta Isaías nos conta sobre os trágicos resultados: "Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra... Tu dizias no teu coração: "Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus... e serei semelhante ao Altíssimo" (Isaías 14:12-14).Lúcifer foi expulso do céu porque ele foi pego pelo eu, eu, eu. Ele não estava satisfeito com a privilegiada função que lhe foi concedida nas cortes celestes. Ele queria usurpar o lugar do Altíssimo.Lúcifer fez escolhas erradas. Ele teve a liberdade para fazer isso. Deus não é responsável pelo pecado, do mesmo modo que não é responsável pela embriaguez, por ter criado as uvas. Isto no entanto nos leva a outra pergunta. "Se Deus é amor, se Ele sabia que Satanás iria trazer tanta miséria para o Universo, por que Ele não o destruiu no começo? Por que Ele não o matou como nós mataríamos uma mosca"?Bem, o fato é que Deus poderia ter destruído Lúcifer assim que ele começou a ter pensamentos invejosos. Ele poderia ter cortado a rebelião pela raiz. Mas pense por um momento o que isso teria significado para todos os outros anjos.Uma analogia com o governo pode nos ajudar a compreender. Imagine que o presidente dos Estados Unidos, sentado em seu escritório oval em Washington, tenha sido acusado por um poderoso membro de seu gabinete de ser injusto, arbitrário e ditatorial. Ele alega que, na verdade, o presidente não tem em mente os interesses dos cidadãos, mas está usando o cargo para promover seus próprios interesses.E então, como o presidente deveria responder se as acusações são falsas? Será que ele deveria chamar o esquadrão antiterrorista da CIA para prender o membro de seu gabinete? Isso limparia seu nome? E se ele ordenasse às unidades da Guarda Nacional que cercassem o homem em sua casa? Isso resolveria o problema? Certamente você já entendeu. A reputação e credibilidade de Deus estavam em jogo quando Satanás proferiu seu arrogante desafio. A questão levantada era: É Deus realmente justo? É Seu caminho realmente o melhor? Eliminar a oposição não teria sido a resposta a esse desafio.Em vez disso, Deus escolheu um caminho melhor. Ele permitiria que o pecado existisse no Universo por um período de tempo. Quando fosse completamente demonstrado que rebelião contra Ele não traz felicidade, mas sim doença e desastre, quando todo o Universo visse que os caminhos de Deus trazem alegria e os caminhos de Lúcifer trazem morte, então, e somente então, Deus destruiria finalmente todo o mal. Assim, foi permitido a Lúcifer executar seu plano alternativo.Mas isso levanta uma outra pergunta. Como o planeta Terra foi envolvido? Foi ele simplesmente criado como um depósito de lixo para Satanás? Foram os seres humanos sentenciados a sofrer sob seu domínio? O livro de Gênesis nos conta que tudo era "bom" quando Deus criou este mundo, e isso incluia os primeiros seres humanos. Tudo era perfeito no Éden. Mas Deus criou seres humanos como livres agentes morais, exatamente como Ele havia dado aos anjos a liberdade de escolha. Eles poderiam escolher obedecer a Deus ou desviar-se dEle. Quando Eva passeava por perto da árvore proibida do Conhecimento do Bem e do Mal, Satanás, disfarçado em uma serpente, teve a oportunidade de espalhar suas mentiras. Eva contou a ele que Deus disse que ela morreria se comesse da árvore. E Satanás respondeu: "... É certo que não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal" (Gênesis 3:4 e 5). Satanás estava dizendo essencialmente: "Você terá muito mais felicidade se me seguir. Deus está restringindo sua liberdade. Ele está te segurando, Ele está te amarrando."Tragicamente, Eva e seu esposo, Adão, aceitaram essa mentira. E hoje nós podemos ver os resultados dessa mentira por todos os lados. A alternativa de Satanás não é nada parecida com a propaganda que a Serpente fez no Éden. Vivemos num planeta em rebelião, num planeta cheio de pecado e morte.Após Adão e Eva comerem da árvore proibida, eles ficaram cheios de culpa e ansiedade. Quando Deus veio procurá-los no Jardim, eles se esconderam da Sua face. Desde então estamos correndo e nos escondendo. O pecado produz alienação entre o homem e Deus. As sementes da primeira guerra foram plantadas no coração dos pais da raça humana quando eles pecaram. A razão de existir abuso no lar, a razão da violência nas ruas, a razão de existir tanta hostilidade neste mundo é porque o pecado contaminou o coração humano. O homem alienado de Deus, é também alienado de seu próximo.A alternativa de Satanás, em resumo, produz morte. Todas as sepulturas que nós vemos são um testemunho e um testamento de sua grande mentira, "Certamente não morrereis". Pecado causa morte física, morte emocional e morte espiritual. Mas Deus simplesmente não nos abandonou à morte porque a raça humana se rebelou contra Ele. Não, amigo, desde o princípio, quando o pecado entrou em nosso mundo, Ele tinha um plano, Ele nos mostrou uma saída.Deus deu essa mensagem de advertência à serpente. Veja: "Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar" (Gênesis 3:15). Amigo, a promessa de Deus é que nós não precisamos continuar sendo derrotados pela Serpente, por Satanás. Ele colocará inimizade entre nós e o inimigo. Nós podemos escapar de seu controle. Como isto pôde acontecer? Como isso aconteceria? Isso aconteceria através da descendência da mulher, Jesus Cristo, o Prometido. Ele viria e esmagaria a cabeça da serpente na cruz; Ele destruiria o poder tirânico de Satanás.Se você alguma vez se perguntou, "Por que Deus não faz alguma coisa a respeito da doença, do pecado, e do sofrimento em nosso mundo?" A resposta é: Ele fez alguma coisa; Ele deu tudo na dádiva de Seu Filho. Jesus pode nos dar a capacidade para viver vitoriosamente, mesmo num mundo dominado pelo pecado.Permita-me dar-lhe um maravilhoso exemplo de como isto acontece.No início falamos da tragédia de Anthony Riggs. E eu gostaria de encerrar com o triunfo de John McCain. Ele esteve também envolvido numa guerra, como piloto no Vietnã. Ele passou cinco anos e meio como prisioneiro de guerra em Hanói, onde ele e muitos outros pilotos suportaram terrível sofrimento.Mas houve um dia, e esse homem lembra claramente, quando eles foram capazes de superar todo aquele abuso e isolamento.Era véspera do Natal de 1971. Alguns dias antes, McCain conseguira uma Bíblia por apenas alguns momentos. Ele copiou apressadamente o quanto pôde de passagens bíblicas sobre a história de Natal, antes de um guarda se aproximar e tomar o livro.Agora, naquela noite especial, os homens decidiram ter o seu próprio culto de Natal. Eles começaram com o "Pai Nosso" e depois cantaram cânticos de Natal. McCain lia uma parte do evangelho de Lucas entre cada hino.Os homens estavam nervosos. Eles lembraram a ocasião, quase um ano atrás, quando os soldados invadiram o culto religioso secreto deles e começaram a bater nos três homens que estavam dirigindo as orações. Eles foram arrastados para o confinamento solitário. O restante foi trancado em celas de um metro por um metro e meio durante onze meses, apenas por terem lido uma passagem bíblica.Mas mesmo assim os prisioneiros queriam cantar naquela véspera de Natal. Então eles começaram: "Chegai-vos, ó crentes, vinde jubilosos". Eles cantavam um pouco mais alto que um sussurro, e olhavam ansiosamente para as grades da janela.Amontoados embaixo de uma lâmpada, eles pareciam mais uma congregação infeliz. Esses homens que outrora haviam sido oficiais magnificamente preparados, agora pareciam desolados e arruinados. Eles tremiam no úmido ar noturno. Muitos tremiam de febre. Alguns estavam permanentemente encurvados como resultado das torturas; outros se apoiavam em muletas improvisadas.Mas eles continuavam cantando e cantando. "Sigamos a estrela nos céus de Belém. Eis que é nascido Cristo Rei dos anjos..."Enquanto o culto prosseguia, os prisioneiros se encorajavam, e suas vozes se erguiam mais e mais altas até que eles encheram as celas com "Glória ao Rei que vos nasceu", e "Soou em meio à noite azul".Alguns dos homens estavam muito doentes para se levantar. Mas outros os levaram para uma plataforma e colocaram cobertores sobre os seus ombros trêmulos. Todos queriam participar dos cânticos que os fizeram se sentir cheios de alegria e triunfantes.Quando eles chegaram em "Tudo é Paz", lágrimas rolaram de seus rostos sem barbear. Como John McCain escreveu: "De repente nós voltamos 2 mil anos e estávamos distantes, em uma vila chamada Belém. E nem guerra, tortura ou aprisionamento... tinham diminuído a esperança nascida naquela noite feliz tanto tempo atrás."Amigo, tente imaginar o quanto estas palavras maravilhosas significaram para aqueles homens.Enquanto os prisioneiros daquela cela no norte do Vietnã cantavam com emoção o último verso: "Dorme sem temor, nosso Salvador" eles se deram conta de que uma transformação havia ocorrido.John McCain expressou desta forma: "Nós esquecemos os ferimentos, a fome e a dor. Elevamos orações de agradecimento pelo bebê Jesus, pelas nossas famílias e lares... Houve um sentimento intenso, sem igual, como se nossos fardos tivessem sido levantados. Num lugar designado a transformar homens em animais violentos, nós nos unimos uns aos outros, partilhando o conforto que tivemos.Que palavras de conforto podemos partilhar com este mundo coberto com tanto joio trágico? Nós podemos cantar um cântico de triunfo. Podemos elevar uma canção de desafio contra o inimigo. Podemos erguer um louvor ao nosso Deus que uniu nossas vidas à Sua. Ele veio a este mundo e sofreu conosco. E nós triunfaremos com Ele um dia.Sim, cheios de alegria e triunfantes, mesmo em meio a tristezas e preocupações.Este é nosso privilégio. Uma vida assim é nosso privilégio quando colocamos nossa fé no Único Rei dos Reis, nascido naquela "Noite de Paz" na pequena cidade de Belém.Ao dar ao Salvador o controle de nossa vida, nós superaremos o sofrimento, as tragédias, as tristezas deste mundo e também cantaremos cânticos de triunfo. Você gostaria de, em meio ao seu sofrimento, abrir o coração para Cristo?

Pr. Finley

COMO PROVAR A EXISTÊNCIA DE DEUS?

Os seres humanos se dividiam em três grandes grupos naquela ocasião. O primeiro, aquele no qual estavam os gregos, correu a Jesus e disse:
- Senhor, Te confessamos como nosso Salvador, abrimos nosso coração e Te entregamos nossa vida. O segundo grupo era o dos incrédulos que dizia:

- Não me fale de crentes, não me fale de religião. Não me fale de Bíblia. Pessoas como estas estão sofrendo, com uma vida arruinada, vazias, ocas por dentro, mas não querem que falemos de Deus:

- Esse negócio de crente é para gente ignorante. Estão aí em meio do desespero, da loucura, à beira do suicídio muitas vezes, mas não querem saber nada de Deus. Assim eram os incrédulos naquele tempo, aqueles que diante dos milagres de Deus, não eram capazes de se render. Ali estava Jesus, em pessoa, ressuscitando mortos, andando em cima da água, acalmando a tempestade, levantando paralíticos, devolvendo a vista aos cegos, curando leprosos, multiplicando pães e peixes. Mas diante de todas essas evidências, estes homens permaneciam incrédulos. Hoje também existem homens assim. Não há nada que possamos humanamente fazer para que abram o coração a Jesus. Não há argumento. Não pense que eu vou apresentar algum argumento para convencê-lo. Se Jesus não é capaz de entrar em seu coração e de derreter o gelo da sua indiferença, não será nenhum pastor e muito menos um argumento que conseguirá fazê-lo. Mas naquela ocasião havia um terceiro grupo de pessoas. Aqueles que creram em Jesus, mas creram somente em seu coração, não tiveram coragem de sair da arquibancada, não tiveram coragem de sair da cadeira e ir lá para a frente. E a Bíblia explica porquê: porque pertenciam a uma determinada igreja, eram líderes, tinham medo de ser expulsos, medo da rejeição da família, dos amigos, da sociedade, medo de perder o seu status social. Precisavam de Jesus, sabiam que a única solução para eles era Jesus, mas tinham medo, "amavam mais a glória deste mundo do que a glória de Deus", diz a Bíblia.Talvez neste momento você esteja tremendo aí em seu coração, sabe que precisa de Jesus mas não tem coragem de aceitá-Lo. O que dirão seus amigos? Será que você tem coragem de pegar a sua Bíblia e ir para a Igreja no próximo sábado? Sentir-se-ia com vergonha? Pensarão as pessoas que você virou crente? Dirão que está sendo enganado por alguns espertos?Ah meu amigo, ao longo da história sempre houve três grupos de pessoas. Aqueles sinceros que sentindo a necessidade de Jesus correm imediatamente para os Seus braços. Aqueles incrédulos que sofrem sem Cristo, mas não querem aceitar, não querem acreditar em nada. E aqueles que crêem, mas têm vergonha de aceitar a Jesus; precisam dEle, mas têm medo de confessar o Seu nome diante dos homens, têm medo de serem expulsos de sua igreja, expulsos da sinagoga. Em qual dos grupos está você? Pois é amigo, seguir a Jesus nunca foi fácil. Você deve estar tremendo aí porque às vezes a gente acredita a vida toda em algo, de repente, sem querer, se encontra com Jesus no meio do caminho. A gente sabe que Ele bate à porta do coração. Sente que tem que dizer sim. E se vê tão pequeno, tão incapaz, tão impotente. Espero que o Espírito de Deus o ajude a abrir seu coração a Jesus e dizer: "Senhor, tomo a Tua Palavra como o meu guia e estou pronto a seguir-Te até o fim."
Pr Bullón

domingo, 12 de outubro de 2008

A AUTENTICIDADE DE MATEUS 28:19

1. Autenticidade de Mateus 28:19
“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.”

2. É a fórmula batismal de Mateus 28:19 autêntica?

Críticos afirmam que Mateus 28:19 é espúrio, e acham comprovação pra isso afirmando que o texto é um verso que aponta um ensino isolado, seria então um acréscimo com o objetivo de fundamentar a doutrina da trindade. Acredita-se que não passa de um anacronismo. Para responder às questões levantadas por críticos contemporâneos, analisaremos o texto em grego, os escritos dos pais da igreja e comentários bíblicos.

3. poreuqe,ntej maqhteu,sate pa,nta ta. e;qnh( bapti,zontej auvtou.j eivj to. o;noma tou/ Patro.j kai. tou/ Ui`ou/ kai. tou/ ~Agi,ou Pneu,matoj\ (Tischendorf NT) – Não aparecem variantes relevantes.

4. Pais da Igreja:

Eusébio de Cesaréia – “Com o poder de Cristo que havia lhes dito: ‘Ide, e fazei discípulos de todas as nações em Meu nome’”.[1]

Epístola de Eusébio, bispo de Cesaréia, que escreveu para Nicéia na ocasião do grande Concílio: Nós acreditamos no ser da contínua existência de cada um destes [Pai, Filho e Espírito Santo]; que o Pai é em verdade o Pai; o Filho é em verdade o Filho; o Espírito Santo é em verdade o Espírito Santo como Nosso Senhor, quando enviou seus discípulos para pregar o evangelho, disse, ‘Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo’. Nós afirmamos positivamente que asseguramos esta fé...[2]

Vimos nas duas citações acima algo comum em Eusébio de Cesaréia, que era o fato de hora usar a fórmula batismal “em Meu nome” fazendo alusão a Jesus, e hora usar “em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.

5. Didaquê:

Muitos críticos alegam que Eusébio de Cesaréia introduziu a fórmula trinitariana no texto de Mateus 28:19, mas encontramos outras referências à passagem em questão mais antigas que Eusébio, e estas contém a fórmula trinitariana, como veremos a seguir.

As expressões que acompanham o ato do batismo, são as que se acham no evangelho de Mateus: “Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e três vezes se derrama água porque três são as pessoas da Trindade. Se nos primeiros tempos era efetuado só ‘em nome de Cristo’, já, agora, o é, também, em nome da Trindade.[3]

O Didaquê em sua forma extensa é anterior ao ano de 150 A.D. Os acréscimo e interpolações teriam sido feitos dentro do período de 30 a 50 anos, desde 80 ou 90 a, no máximo 150 A.D.[4]

6. Irineu na obra Contra Heresias, capítulo XVII, faz referência a Mateus 28:19 utilizando a fórmula trinitariana.[5] Irineu viveu entre cerca de 125-202 d.C.[6]

Essas são duas de várias outras citações que apresentam a fórmula batismal em nome da trindade em Mateus 28:19, e isso nos mostra que tal fórmula era usada mesmo antes de Eusébio.
7. Jesus não se contradisse entre os versículos 18 e 19

No verso 18 Jesus afirma que a Ele foi dada toda a autoridade e no verso 19 ao recomendar o batismo no nome das três pessoas da trindade estaria então se contradizendo. Isso prova que a fórmula teria sido colocada no texto a fim de fundamentar biblicamente uma forma litúrgica em uso naquela época. Mas é necessário observar que o objetivo de Cristo não é provavelmente dar um molde litúrgico para o batismo. Isso pode ser visto no uso da expressão grega ????? que tem um significado mais próximo de “para dentro do nome” e não simplesmente no nome, assim sendo Jesus queria indicar que a pessoa batizada tornar-se-ia, propriedade do Pai do Filho e do Espírito Santo por ocasião do batismo.[7]

8. Os batismos de Atos não excluem a possibilidade da fórmula batismal em Mateus 28:19

O batismo unicamente no nome de Jesus aparece seis vezes em Atos, mas não aparece referência ao batismo em nome da trindade. Serviria isso para alegarmos a não veracidade de Mateus 28:19?

9. O método inclusivo

O método de excluir textos que não aparecem da forma completa em outras partes da Bíblia não é válido. Isso porque esse método simplesmente desconhece o fato da Bíblia ser um todo orgânico. E desconhece o método inclusivo, onde a passagem mais completa lança luz sobre as demais que aparecem de forma abreviada.

10. Atos 19:1-7

Outro argumento é onde vemos Paulo se encontrando com os discípulos de João que já haviam sido batizados. Ele lhes pergunta se já haviam recebido o Espírito Santo e a resposta é que nem sequer haviam ouvido falar em Espírito Santo. Paulo então os batiza novamente em nome de Jesus e eles recebem logo em seguida o Espírito Santo. Porque Paulo os batizou de novo se eles já haviam descido as águas batismais? A questão é simples, eles não haviam recebido o Espírito Santo, vemos assim clara conexão entre o batismo nas águas e a pessoa do Espírito Santo. O batismo foi em nome de Jesus, mas para que os discípulos recebessem o Espírito Santo.

11. A presença da trindade pode ser notada sempre nos ensinos de Jesus

Jesus por diversas vezes faz referência a Deus como Pai (Mat. 11:27; 24:36) a si mesmo como Filho e ao Espírito Santo (João 14:16). Ele falava da trindade com freqüência, não era um ensino desconhecido pelos discípulos.[8]

Assim sendo em Mateus 28:19 não soaria surpreendente para os discípulos de Cristo e para os que receberam o evangelho, e não deveria soar estranho para nós, uma vez que antes do episódio da ascensão e do discurso final de Cristo, Ele próprio já havia falado da trindade, não havendo assim nenhum anacronismo.[9]

12. Ellen G. White e a trindade

Ao afirmar que a fórmula batismal foi acrescida no texto original eles citam o seguinte texto:
Vi que Deus havia de maneira especial guardado a Bíblia, ainda quando dela existiam poucos exemplares; e homens doutos nalguns casos mudaram as palavras, achando que a estavam tornando mais compreensível quando, na realidade, estavam mistificando aquilo que era claro, fazendo-a apoiar suas estabelecidas opiniões, que eram determinadas pela tradição. Vi, porém, que a Palavra de Deus, como um todo, é uma cadeia perfeita, prendendo-se uma parte à outra, e explicando-se mutuamente.[10]
Segundo os críticos, as evidências bíblicas referentes à trindade na fórmula batismal são apenas duas: Mateus 28:19 e João 5:7-8. Os críticos afirmam que não se pode desenvolver uma doutrina com base apenas nos escritos de Ellen White. Porém, ela possui inúmeras citações referentes à Trindade, e dez citações diretas ao batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

13. “Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” – 10 vezes

Foi feita indagação a Deus com respeito a esses, e então, em harmonia com a mente da igreja e o Espírito Santo, foram separados pela imposição das mãos. Havendo recebido sua comissão da parte de Deus e tendo a aprovação da igreja, saíram batizando no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e administrando as ordenanças da casa do Senhor, muitas vezes servindo os santos na apresentação do corpo partido e do sangue derramado do crucificado Salvador, a fim de conservar sempre na memória dos amados filhos de Deus os Seus sofrimentos e morte.[11]

Os críticos afirmam que o dom profético de Ellen White não deve sobrepujar os ensinos bíblicos, porém os textos paralelos elucidam que a revelação é verídica, juntamente com os textos.

Conclusão

Com base no estudo apresentado concluímos que em todos os manuscritos de Mateus 28:19 constam a fórmula batismal trinitariana. Quando lemos citações dos pais da Igreja encontramos várias alusões ao texto de Mateus 28:19 citado na sua forma mais ampla antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.) a partir do qual Eusébio de Cesaréia, segundo os críticos teria passado a usar a fórmula batismal trinitariana.

Percebemos ainda que as evidências bíblicas encontradas no próprio texto, nos ensinos de Jesus, e no livro de Atos em nenhum momento contradizem a referência à trindade encontrada em Mateus 28:19. Assim sendo, o texto que encontramos em Mateus 28:19 é autêntico e em nenhum momento contraria os ensinos bíblicos.

Cremos que o mesmo Deus que revelou as verdades bíblicas e inspirou os profetas, tem se preocupado em supervisionar as traduções e formação do Cânon. Desta forma, Deus tem preservado Sua Palavra conservando-a como plataforma fidedigna de Verdade.

Por:

Elmer guzman
Rafael Malisani
Tiago José
João Gomes

Referências
[1] Eusébio de Cesaréia, História Eclesiástica. São Paulo: Editora Novo Século, 2000, p. 80.
[2] Philip Schaff e Henry Wace, ed., A Select Library of Nicene and Post-Nicene Fathers of the Christian Church, vol. 3. Grand Rapids, MI: ??? 1969, p. 49.
[3] Didaquê IX:5 e VII:3.
[4] José Gonçalves Salvador, O Didaquê. São Paulo: Junta Geral da Educação Cristã da Igreja Metodista do Brasil, 1957, p. 20.
[5] James Donaldson e Alexander Roberts, ed., The Ante-Nicene Fathers, vol. 1. Grand Rapids, MI: Eerdmans Publishing, 1967, p. 444.
[6] José Ferrater Mora, Diccionario de Filosofia, vol. 2. Barcelona: Alianza Editorial, 1984, p. 1.959.
[7] R. V. G. Tasker, Evangelho Segundo Mateus: Introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova e Editora Mundo Cristão, 1991, p. 218.
[8] Russel N. Champlin, O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, vol. 1. São Paulo: Editora Hagnos, 2002, p. 654.
[9] R. V. G. Tasker, Evangelho Segundo Mateus: Introdução e comentário, p. 219.
[10] Ellen G. White, Primeiros Escritos. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1988, pp. 220-221.
[11] Ibid., p. 101.